Como as Martechs podem revolucionar negócios

martech

MarTechs são empresas que unem marketing e tecnologia em seu escopo de trabalho, através de estratégias ou ferramentas, para melhorar a performance das mais diversas iniciativas.

As martechs buscam a otimização de tarefas que antigamente eram feitas de forma manual. Tal processo resulta em benefícios, redução de desperdícios e fidelização dos clientes.

A cultura das martechs permitiu, explorando o potencial do Bussiness Intelligence (BI), chegar ao fim da era dos achismos e implementação da cultura data-driven nas empresas de marketing.

Nesse artigo, vamos entender melhor o conceito das startups MarTech, essa evolução no mercado e tendências do setor. Vamos nessa?!

 

O que são Martechs?

A era digital trouxe uma revolução nos modelos de negócio, nas relações de trabalho e no comportamento dos consumidores. Nesse cenário vimos popularizar conceitos como Startups, FinTech e também as Martech.

Martech é a junção de Marketing e Technology, que quer dizer a aplicação da tecnologia ao marketing com objetivo de obter melhores resultados.

Na prática, são empresas que unem marketing e tecnologia em seu escopo de trabalho, através de estratégias ou ferramentas, para melhorar a performance das mais diversas iniciativas.

As martechs são muitas vezes confundidas com marketing digital, mas esses são conceitos diferentes, apesar de interdependentes. O marketing digital está relacionado a estratégias de conteúdo e gestão de canais. As martechs são empresas que usam da tecnologia para garantir que esses conteúdos sejam disponibilizados em múltiplos canais no meio digital.

Elas envolvem todo o planejamento, execução e monitoramento de ações de marketing. Assim como coleta e análise de dados e aprimoramento de processos internos. As martechs buscam a otimização de tarefas que antigamente eram feitas de forma manual. Tal processo resulta em benefícios, redução de desperdícios e fidelização dos clientes.

As martechs exploram o potencial do BI dentro do marketing, através de inteligência realizam análise precisas que otimizam e potencializam performances de campanhas. Assim, possibilitando tomada de decisões mais assertivas, com retorno positivo para o negócio.

Tecnologias como inteligência artificial, machine learning e big data estão se popularizando e permitindo que pequenas e médias empresas tenham acesso à informação que permite que seus gestores de marketing e vendas sejam mais eficientes na hora de lidar com o consumidor.

Levando em conta que tais tecnologias estão apenas começando a se desenvolver no mercado, temos um futuro promissor de oportunidades para as martechs. Segundo estudo da Distrito, no primeiro trimestre de 2021 os investimentos em martechs já representam 95% do que foi movimentado em 2020.

 

Evolução do mercado

Já dizia Kotler que Marketing é a arte de criar valor genuíno aos clientes. Nos últimos anos vimos o conceito de marketing 4.0 ficar em alta com a nova camada digital.

A evolução dessa transição do físico para o digital trouxe complexidade, mas também boas oportunidades. Complexidade porque o consumidor 4.0 é mais exigente e cada vez mais intolerante a anúncios e propagandas. Houve uma mudança muito grande no comportamento de consumo.

Por outro lado, a tecnologia permitiu ter oportunidades impensáveis de alcance, mensuração e captura de dados. Com essas premissas é possível entender melhor o consumidor e entregar mais do que um produto ou serviço.

Nesse contexto, a forma mais eficiente de atualizar a sua empresa é contar com o auxílio de Martechs ao longo do caminho. No Brasil, a transformação foi acelerada pela chegada do Covid-19.

Profissionais de marketing evoluíram no último ano o que poderiam ter feito nos últimos 5, compreendendo a importância do digital. Enquanto a urgência de soluções que atendessem a uma demanda totalmente digital impactou a forma de pensar dos executivos.

A transformação digital esbarra inteiramente na cultura de dados. No marketing digital proporciona a mensuração de todo tipo de ação e a análise dos dados obtidos nelas.  A área de BI passa a ser o braço direito do marketing para coletar os dados e retratar as informações certas. Um processo contínuo de aprendizado sobre o cliente, mercado e concorrentes.

Isso traz uma mudança no modelo de gestão, porque com dados em mãos tudo se torna possível e previsível. As oportunidades reveladas por números, modelos matemáticos e estatísticos movem negócios, marcas e empresas para um novo patamar de resultados.

Viver a cultura data-drive (orientada por dados) passou a ser um dos maiores desafios enfrentados pela publicidade hoje. Pois, muitas agências nasceram antes da era digital e tem uma dificuldade maior em imergir na nova cultura. Até porque a transformação deve envolver a empresa como um todo, uma mudança de mindset que deve vir de cima.

A cultura das martechs permitiu chegar ao fim da era dos achismos, em que decisões eram tomadas por convicções de um gestor ou modelos convencionados de como fazer. Os dados permitem decisões mais inteligentes e inspiram a mente mais brilhante e criativa da publicidade.

Nas agências de publicidade a visão data driven marketing impacta várias frentes: estratégia, mídia, criação e produção ágil.

 

Tipos de Martechs

O universo das martechs tem se expandido bastante, principalmente no último ano. Segundo estudo da Distrito, em 2020, cerca de US $200 milhões foram investidos em martechs no país. Apenas uma startup foi responsável por 50% do volume de investimento, que é a Take.

Nesse contexto, as tecnologias usadas para o marketing digital deixaram de ser verticalizadas e foram se transformando em plataformas capazes de integrar diversos outros sistemas. Tal integração permite que as martechs gerenciem, analisem e acionem todo o ciclo de vida de um cliente. 

As martechs são divididas em algumas categorias, de acordo com seus modelos de negócio. São elas:

1 – Publicidade e Propaganda:  startups que desenvolvem soluções para promoção, divulgação e exibição de marcas, produtos, serviços e campanhas, com o objetivo de facilitar e otimizar os resultados de anúncios publicitários.

2 – Conteúdo e Experiência:  startups focadas em criar e distribuir conteúdos valiosos e convincentes para atrair, reter e engajar o público-alvo.

3 – Comércio e Vendas: soluções que recolhem dados e informações de compradores, que utilizam inteligência de mercado e que impulsionam motores de vendas, como técnicas de “business intelligence”, sistemas de big data, programas de fidelidade e pesquisa de mercado.

4 – Social e Relacionamento: soluções para área de relacionamento com clientes e marketing nas redes sociais.

 

Benefícios no negócio

Você como gestor de marketing pode ainda estar se questionando sobre os benefícios diretos em investir nos serviços de uma Martechs. Sem dúvidas o maior ganho que as Martechs proporcionam é a possibilidade de tomar decisões baseadas em dados.

Os softwares e soluções permitem maior controle sobre os seus dados e, consequentemente, melhor gerenciamento. Dessa forma, colaborando para a transformação deles em ações que realmente tragam resultados para a empresa.

O acesso mais fácil melhora a percepção em relação ao segmento de atuação da sua empresa. A cultura data-driven permite decisões mais bem embasadas e precisas.

Além disso, as soluções tecnológicas também garantem o monitoramento em tempo real, o que permite ajustes e otimizações das ações. Tal processo evita desperdício de recursos e garante maior eficiência para a equipe.

Como efeito, as martechs acabam por entregar campanhas mais eficientes, porque as mensagens são direcionadas para impactar quem realmente importa. As estratégias são alinhadas para entregar o que o cliente deseja, entendendo suas dores e anseios.

Todas as avaliações e estudos de pré-campanha aumentam as chances do público-alvo ser realmente impactado e corresponder positivamente. Tudo pode ser adaptado para garantir uma melhor experiência. O que reflete na recorrência de compra e fidelização da marca.

De forma geral, todos esses pontos mostram que o uso de Martechs no planejamento estratégico de marketing melhora o custo-benefício para a empresa. Pois, os benefícios são para todas as áreas do negócio. Uma vez que otimiza resultados, tempo de equipe e satisfação dos clientes.

 

Tendências do setor

1 – Agências in-house: empresas anunciantes internalizando o processo criativo. Esse movimento já tem sido comum nos últimos 10 anos e deve se fortalecer.  Segundo pesquisa da Oliver, 5 dos 10 maiores anunciantes trabalham com esse tipo de operação.

Os principais objetivos dessa transição é o relacionamento com clientes, agilizando o tempo de resposta e processo de tomada de decisão; uso inteligente dos dados; eficiência operacional e diminuição dos custos.

2 – Encontro virtuais:  o movimento das conferências online explodiu durante a pandemia e vai se manter forte. Uma mudança de comportamento que não passou despercebida em empresas de tecnologia de marketing.

3 – Consolidação de plataformas: integração de ferramentas que deixam de ser um aplicativo especializado para se tornar uma plataforma completa de serviços, atendendo a várias finalidades.

4 – Fusões: os M&As de martechs será uma prática cada vez mais comum. Em 2020 o número de aquisições e fusões foi 83% maior do que em 2019. A partir de análises estatísticas da Distrito, espera-se que em 2021, 25 martechs sejam adquiridas.

5 – Unicórnios: o setor tem algumas candidatas a unicórnio (startups que alcançam a marca de U$1bilhão de valor de mercado), entre elas a Take e Olist.

 

Conclusão

O universo das martechs está apenas começando a ser explorado. Tecnologias como Big Data, Iot, Inteligência Artificial e Machine Learning estão evoluindo constantemente e com elas os novos modelos de negócio.

As martechs revolucionaram a forma de se trabalhar com publicidade e marketing. Tornaram-se um requisito para as empresas se diferenciarem no mercado competitivo e conquistarem melhores resultados. 

Você já usa as martechs nas sua estratégias? Faça uma avaliação gratuita da Geração de Demanda da sua empresa.

Como a intoxicação por excesso de informação prejudicam o mercado de B2B

Como a intoxicação por excesso de informação prejudicam o mercado de B2B

Hoje em dia, há informação chegando por diversas vias: redes sociais, google, sites, blog, jornal, televisão. Isso causa o que chamamos de excesso de informação. 

 

Vamos entender melhor o conceito de Infoxication, a melhor forma de filtrar as informações que recebemos, e como isso pode impactar no mercado B2B.

 

Vamos lá?

Infoxication: o excesso de informação.

O termo Infoxication foi visto pela primeira vez no livro de Dawis Lewis, ‘Information Overload’.

 

Em sua definição, Infoxication quer dizer, consumo excessivo de informação. Já em 2019 nós geramos 20x mais informação do que em 2005, estudos comprovam que em algumas regiões do mundo existem mais smartphones do que pessoas. 

 

Seja por meio de smartphones, smartwatch, ou em outro sensor inteligente, estamos coletando novos dados todos os segundos. Acontece que, tem um momento em que chegamos ao limite físico e biológico de consumo, processo e análise de informação. 

 

Ao mesmo tempo que tanta informação é ótimo para investigação de hipóteses, identificação de highlight e de insights. Por outro lado, falhamos ao analisar grandes volumes de dados, não somos capazes de processar informação em alta velocidade, não conseguindo distinguir o que é relevante e o que não é.

 

Mas por que a desinformação acontece?

Lidar com tanta informação exige um gasto muito grande de energia do cérebro. Energia essa que são capazes de investigar hipóteses, identificar highlights relevantes e ter insights a partir das descobertas. 

 

Por outro lado, falhamos ao analisar grandes volumes de dados, não conseguimos processar informação em alta velocidade e não conseguimos distinguir – de forma eficiente – o que é mais relevante quando estamos diante de muitos dados. 

 

Apesar de não perceber, nosso cérebro precisa trabalhar muito para selecionar a informação que vamos consumir.

 

Esse esforço costuma ser elevado por causa do volume de informação que está ao nosso alcance. Isso dá margem a disseminação de fake news, por exemplo. 

 

Fake News

Como falamos, são muitas informações chegando por todos os lados e, com a internet, isto fica mais forte ainda. O fácil compartilhamento faz com que muitas notícias falsas (as fake news) sejam distribuídas como verdadeiras. 

 

Além disso, as pessoas acabam esquecendo de verificar as fontes, o que também acelera essa disseminação.

Por que isso impacta no mercado B2B?

O excesso de informação faz parte da realidade na era digital e também causa impactos no meio corporativo.

Empresas são feitas por pessoas! Pessoas que são bombardeadas de informações e que também geram informações a todo momento.

Além disso, os próprios processos e equipamentos das empresas também geram um volume gigantesco de dados.

Tantas informações aliadas à velocidade de mudanças transformaram diversos modelos de trabalho e gestão.

Se por um lado, foram muitos os benefícios, por outro, o excesso de informações acirrou ainda mais o mercado competitivo, aumentando o nível de estresse entre os colaboradores.

As empresas enfrentam um cenário de maior concorrência pela atenção do cliente. A transição das empresas para o ambiente online tornou o marketing digital mais complicado e rebuscado.

Cerca de 10 anos atrás, as redes sociais estavam apenas começando, os custos de publicidade ainda não eram tão altos, o algoritmo do Google ainda não era tão sofisticado e o nível de concorrência online bem mais baixo.

Nesse cenário, a qualidade do conteúdo também aumentou. Empresas B2B estão focadas em oferecer suporte a suas equipes de vendas para segmentar seus clientes ideais.

Elas produzem menos conteúdos, mas de maior qualidade.

Hoje, milhões de posts de blogs e redes sociais são publicados por dia, bilhões de e-mails marketing são enviados.

Os tomadores de decisões das empresas recebem uma enxurrada de informações e são disputados quase que a tapa por fornecedores.

O universo de informações disponíveis colabora para tomadas de decisões orientadas por dados, mas também exige muito mais atenção e sofisticação nos processos.

Existe um excesso de informação conflitante e de sutilezas que dificulta muito entender como você deve encaixar todas as peças para realmente ter resultado.

A informação chega às empresas em alto volume e de fontes variadas, o que obriga os gestores a montarem uma estratégia para que esses dados possam suportar os processos internos.

Pensando pelo fator humano da empresa, os colaboradores precisam ter um esforço maior para filtrar e selecionar as informações que são relevantes.

Quando o funcionário precisa lidar com informações não relacionadas à sua atividade, ele perde um tempo que poderia ser gasto acumulando conhecimentos a respeito da sua área de atuação.

Há também, problemas relacionados à perda de horas buscando a informação recebida em uma das ferramentas disponíveis. Tais situações se tornam repetitivas e exaustivas.

Muitas vezes levando a uma queda na produtividade, ansiedade e irritação no ambiente de trabalho.

Hoje o tempo é o recurso mais escasso nas empresas. Gerenciar corretamente a informação tornou- se uma obrigação para quem quer ter sucesso no ambiente corporativo.

Sendo assim, não existem meios de fugir dessa realidade. Estudos mostram que o volume de dados e informações só devem aumentar.

As empresas cada vez mais vão precisar enfrentar e extrair valor do grande volume de informação gerado diariamente para impulsionar seus negócios.

O cientista de dados e pesquisador de cultura analítica, Ricardo Carppa, defende que a cultura analítica precisa ser incorporada em nossa cultura de dados.

Para ele, cidadãos, governos e empresas devem ser educados para melhor usufruir dos benefícios que as informações podem trazer, sem deixar que a tecnologia simplesmente empurre toda essa informação sem critério.

Então, o melhor método de se lidar com problemas com excesso de dados é estabelecer uma política de análise e apuração.

Temos algumas dicas para ajudar no processamento de informações:

1 – Filtrar – mapeamento de fontes qualificadas

2 – Capturar – organizar e qualificar a informação.

3 – Processar – consumir e processar a informação

4 – Armazenar – combinação de informações e obtenção de insights

 

Você concorda que o excesso de informação pode ser prejudicial para o mercado B2B, ou acha que o seu negócio sai ileso deste cenário?

Conte com a Agência para te ajudar a criar conteúdo relevante e melhorar as métricas do seu negócio.

 

ICP – Primeiro passo para não errar na sua estratégia de marketing

ICP - Primeiro passo para não errar na sua estratégia de marketing

Ações Personalizadas: Explicar como o ICP é importante para essa etapa de estratégias de marketing e que é muito importante não ultrapassar os limites , utilizar o conteúdo do post

Por que ICP é indicado para ABM: Focar em ICP em projetos de ABM

 

Se tem algo que é certo é que sua empresa precisa de um ICP (Perfil de Cliente Ideal). Já que quando você vende para todo tipo de cliente, terá dificuldade em crescer de forma sustentável e previsível.

 

Os clientes que estão dentro do ICP, ou seja, que são certos para a sua empresa, permanecem com a empresa e geram crescimento, enquanto os errados entram e saem gerando prejuízo. 

 

Quando a sua empresa, de fato, sabe o seu ICP, atinge um crescimento muito melhor, ajudando a sua organização a ter uma melhor especialização. 

 

Vamos então entender melhor tudo sobre a importância do ICP.

A importância de se mapear o ICP

Definir o ICP é sinônimo de direcionar a atuação do negócio para onde estão as melhores oportunidades.

 

E isso não significa que a empresa precise pensar pequeno. Ao contrário, ela terá maiores condições de crescimento, uma vez que os esforços estarão nos lugares certos.

Vantagens de ter um Perfil de Cliente Ideal

Vamos às principais vantagens de ter um ICP bem definido dentro da sua empresa.

 

Esforços de marketing direcionados

Conseguir alocar os esforços e verbas de marketing em leads qualificados é a primeira grande vantagem do ICP.

Como você terá um perfil claro de clientes a impactar, ficará mais fácil de encontrar onde eles estão.

Assim, a capacidade de atrair leads qualificados será muito maior. Resultando em um Custo por Aquisição de Clientes (CAC) baixo.

 

Maior taxa de conversão

Já que estará se comunicando com leads mais qualificados, as taxas de conversão tendem a aumentar, pois o funil de vendas se torna muito mais eficaz, resultando em um ROI maior. 

Ou seja, o ICP permite criar estratégias mais ágeis e altamente eficazes.

 

Crescimento consistente e previsível

Definir o ICP permite reduzir os custos de operação, além de conseguir uma maior previsibilidade na receita. Dessa forma, aumentar as vendas não estará mais ligado a contratação de mais vendedores.

 

Maior retenção de clientes

Clientes fiéis compram mais e com mais recorrência. Logo, vender para o cliente certo é fundamental, pois ele sabe a importância do seu produto fazendo com que todo o processo se torne mais fácil.

Como mapear o ICP

Agora que já ficou claro o que é o ICP, sua importância e vantagens, vamos entender como você pode definir esse perfil.

1. Defina as organizações que pretende atingir

O primeiro passo é entender quem você quer atingir e, para isso, você deve analisar todo seu histórico de negociações e responder as perguntas:

  • Com quais empresas você conseguiu finalizar uma venda mais facilmente;
  • Quais são os seus clientes atuais mais fáceis de trabalhar, em termos de alinhamento de estratégia?
  • Quais empresas contratam os seus serviços de mais forma mais recorrente, sem deixar a agência depois de pouco tempo?

 

Com essas respostas em mãos, você terá uma lista de nome e, a partir daí, deverá separá-los em categorias: tamanho, segmento, tempo de atuação e outras.

 

2. Identifique quem é o profissional de cada organização que vai ajudá-lo a fechar negócio

Agora é a hora de identificar com quem dentro dessa empresa você precisa falar. Um CEO? Diretor? Time de marketing?

Saber essa informação é muito importante, já que é essa pessoa que você precisará ‘convencer’ na hora da finalização da compra.

3. Entenda a rotina do seu cliente

Identifique a rotina do profissional que você pretende atingir.

Sabendo isso fica mais fácil de alinhar estratégias com o time comercial e ser mais preciso em sua abordagem. 

Lembre-se, o processo para atingir o CEO de uma startup super moderna será totalmente diferente do processo para atingir um CEO de uma empresa tradicional, por exemplo. 

4. Esteja atento às mudanças dentro do seu segmento de mercado

É importante, não só entender, como ficar atento às mudanças do mercado. Assim você é capaz de antecipar tendências e se posicionar de forma favorável ao setor.

Isso irá ajudar a maximizar resultados, além de te colocar em uma posição de especialista.

5. Descubra como é o processo de compra das organizações que pretende atingir

É preciso ficar atento a alguns pontos para entender melhor o seu cliente e, assim, montar o ICP (ideal customer profile) ideal.

Abaixo selecionamos alguns questionamentos importantes para fazer esse mapeamento, lembrando que quanto mais completas forem as perguntas, melhor:

  • Quantas pessoas estão envolvidas no processo de compras da empresa que você atende ou pretende atender?
  • Quem é o responsável pela decisão final? É a mesma pessoa com a qual você negocia?
  • Quais os principais medos que essa empresa possui e podem travar o processo de compra?
  • Como a compra do seu serviço vai afetar o cotidiano do cliente: ele precisará de treinamento? Precisará fazer ajustes em algum software que já utiliza?

6. Fique atento ao meio de comunicação preferido do seu cliente

Qual o melhor meio de comunicação para falar com essa pessoa? Identificar a ferramenta certa é parte fundamental da estratégia para formar o ICP.

O motivo é bem simples: você precisa escolher a melhor maneira para chamar a atenção do seu cliente.

Por que ICP é diferente de Persona

É muito comum confundir ICP com Persona e até achar que é a mesma coisa.

 

A definição do ICP é uma etapa estratégica que envolve o direcionamento das ações da organização como um todo. O ICP é definido por elementos demográficos como: região, cargo e setor.

 

A construção da persona, é uma etapa tática que deve apoiar a elaboração de campanhas de marketing. A persona é definida por elementos comportamentais como:  preferências, hábitos e costumes.

 

Um único ICP pode ter várias personas dentro de si.

A importância do ICP nas estratégias de marketing

Como podemos ver ao longo deste artigo, o ICP é muito importante para as estratégias de marketing como um todo, pois é por meio dele que a sua equipe de marketing vai pode montar estratégias que irão captar os leads certos e, assim, chegar a uma alta taxa de conversão irá se tornar lucro para a sua empresa. 

 

Nós sabemos que criar esse perfil do cliente ideal não é a tarefa mais simples a se fazer e, por isso, estamos aqui para te ajudar.

 

Entre em contato com os especialistas da SEJA, e conte com a nossa ajuda para chegar ao seu ICP e montar estratégias que irão fazer seu negócio decolar. 

 

Os impactos da falta de posicionamento digital nos negócios

posicionamento digital

A falta de posicionamento digital é um problema comum de muitas empresas. O posicionamento de marca, digital ou não, é o que sustenta a sua proposta de valor e vai te diferenciar da concorrência.  

A era digital é a mais competitiva que já tivemos. Consumidores têm acesso fácil a qualquer tipo de informação e são bombardeados com todo tipo de publicidade e conteúdo.

O consumidor digital é exigente e deseja personalização. Destacar-se nesse meio não é simples, por isso definir bem o posicionamento da sua empresa é tão importante.

O marketing é um forte aliado para estruturar o seu posicionamento de forma estratégica. Entenda melhor nesse artigo porque você deve posicionar a sua empresa. Veja também as melhores estratégias de marketing que podem te auxiliar nesse desafio!

 

O que é posicionamento digital?

Falar de posicionamento é falar de estratégia e de como a sua marca é percebida pelo consumidor. Isso é: o espaço que a marca ocupa na mente de um cliente e como ela se diferencia da concorrência.

No ambiente de empresa toda e qualquer estratégia precisa ser pautada no plano de negócios e no posicionamento da marca. Ter esses dois artifícios bem definidos e alinhados ajuda na construção de ações realmente eficazes e com objetivos claros.

O posicionamento de marca é a base do marketing e ambiente digital ele se torna cada vez mais imprescindível para a construção de um negócio de sucesso. O marketing digital é um dos melhores meios para as empresas se posicionarem com autoridade no mercado e se tornarem conhecidas.

O posicionamento digital é uma estratégia de marketing que ajuda negócios a se diferenciarem. O objetivo é oferecer ao seu público algo maior, melhor ou mais valioso do que os seus concorrentes. E o mais importante: que resolva o problema do seu cliente.

O posicionamento faz parte da construção da estratégia de marca. Uma estratégia de marca bem definida e executada leva a uma mensagem de marca consistente e uma forte conexão com os clientes.

Para a empresa conquistar um posicionamento de excelência é preciso ter um comprometimento da equipe em estudar o setor de atuação e os objetivos da empresa. Dessa forma, torne-se especialista no assunto, crie um ambiente de confiança e conhecimento.

Quanto melhor for a sua solução de mercado e maior seu entendimento do cliente melhor serão os seus resultados em relação à posição da sua empresa no mercado. Uma estratégia de posicionamento digital eficaz potencializa a sua relevância para o cliente e garante um diferencial competitivo. Os principais objetivos que a sua estratégia deve responder são:

– relevância: por que a sua marca é atrativa para o cliente?

– diferenciação: por que a sua marca é única em relação às outras?

–  credibilidade: por que você confiar na minha oferta?

 

 A importância de um bom conteúdo

O conteúdo é a parte mais importante de uma estratégia digital. É através dele que a sua empresa vai fortalecer o posicionamento e despertar o interesse do potencial cliente. As marcas que investem em conteúdos ricos, úteis e relevantes conseguem maior aceitação do público.

Marketing de conteúdo é a estratégia definida pelo uso de conteúdo na comunicação com o cliente. O foco é a produção de conteúdo de qualidade para atrair o público e criar familiaridade. 

É importante que, ao buscar sobre um produto ou serviço, o consumidor encontre soluções nas suas páginas, blogs, sites, redes sociais etc. De forma que ele confie e acredite no que sua empresa oferece.

É essencial estudar as dores do cliente e analisar os motivos pelos quais a sua solução é a ideal para ele. Assim, será possível construir conteúdos relevantes e que despertem a atenção do lead.

Uma maneira de conhecer mais profundamente o seu target é criando o mapa de empatia da sua persona. Dessa forma, poderá propor os temas mais relevantes. O conteúdo precisa engajar as pessoas e guiá-las pela jornada de compra de forma a convencê-las a escolher a sua marca em vez da concorrente.

Os conteúdos produzidos por uma marca devem se adaptar aos diferentes canais que o seu público esteja. O planejamento de conteúdo precisa ser integrado e todos os materiais devem apresentar uma identidade única, capaz de ser facilmente reconhecida pelo seu cliente.

O marketing atrelado ao conteúdo pode render oportunidades de negócio de forma recorrente. Além disso, essa também é uma excelente maneira de fortalecer uma marca. 

Para o marketing, conteúdos digitais podem ter diferentes objetivos, como gerar mais leads, criar visibilidade para uma marca, promover engajamento, atrair novos clientes, entre outros. O conteúdo é o ouro do marketing digital!

A estratégia de conteúdo é uma das mais baratas que se tem, mas isso não quer dizer que não deva receber investimentos ou que pode ser feita por qualquer pessoal. Um bom conteúdo requer uma boa equipe de redação por de trás! Caso contrário seus conteúdos podem não gerar leads. Se isso acontece na sua empresa, entenda os motivos e como solucionar

 

Geração de Demanda x Geração de Leads 

É comum no mercado existir uma confusão entre os termos geração de demanda e geração de lead. Apesar de complementares eles são diferentes! Vamos entender melhor isso?

 Gerar demanda é atrair pessoas interessadas ao seu produto / serviço. É uma estratégia típica do início da jornada de compra do consumidor. Aquele momento em que você precisa tornar a sua marca conhecida no mercado e despertar o interesse de novos leads para o funil.

 A geração de demanda é uma forma de difusão da marca e promoção de receita para o seu negócio. A segmentação do público-alvo é a base para que a estratégia tenha bons resultados.

 Já a geração de leads é mais específica! Muita utilizada no Inbound Marketing, é o ato de captar dados de potenciais clientes oferecendo a eles em troca conteúdos relevantes, como ebooks, webinars etc. São os famosos formulários e landing pages de captação de informações.

 Como deve ter notado, a geração de leads é também uma das estratégias de geração de demanda. Isso é, a geração de leads normalmente acompanha como boa tática dentro da estratégia de geração de demanda. Você pode se aprofundar mais no tema e aprender como otimizar a geração de demanda B2B aqui. 

 

 Estratégias de Marketing:

 Inbound Marketing

O Inbound Marketing é o marketing de atração. É formado por um conjunto de estratégias que tem como objetivo fazer com que o cliente encontre a sua marca de forma voluntária.

Nessa técnica a empresa cria e distribui conteúdos relevantes para chamar atenção do público-alvo e fazer com que ele engaje com a marca de alguma forma. O objetivo é criar uma conexão, educando o lead e ligando-os ao conteúdo de maneira orgânica.

A estratégia de geração de leads é a base do Inbound Marketing, com a distribuição de materiais ricos em landing pages. A estratégia funciona bem para empresas com ticket médio baixo e que precisam de volume no seu topo de funil. Se esse é o seu caso, pode apostar com tudo!

Em vendas complexas e com ticket médio alto, o Inbound precisa ser repensado. Não é que não funcione! Pode funcionar muito bem, mas como o público que deseja engajar é normalmente um público corporativo e de cargos altos, materiais ricos não são o foco. 

Nesses casos, a estratégia de Inbound Marketing precisa ser bem mais personalizada e direcionada a educar o mercado e garantir que o lead já tenha tido algum contato com a empresa. Assim, gerando conhecimento da sua empresa e funcionamento como estratégia de posicionamento!

É comum pensarem que o Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo são a mesma coisa. Mas, não são! O Inbound Marketing é sobre o direcionamento da comunicação, em que a empresa é encontrada e não o contrário. O Marketing de Conteúdo é uma das estratégias que fazem parte do Inbound, como forma de atração.

 

Outbound Marketing

O Outbound Marketing são as estratégias tradicionais de marketing, em que a empresa procura o cliente e apresenta o produto ou serviço de modo ativo e pago. São as formas mais tradicionais de fazer publicidade como anúncios de rádio, tv, revista, telemarketing, outdoor e anúncios digitais.

O Outbound continua sendo uma estratégia eficaz para resultados de curto prazo e de efeito massivo. Um bom planejamento de marketing deve compor o Inbound com o Outbound.

A estratégia teve uma adaptação ao formato digital e ganhou uma versão conhecida como Outbound 2.0. A internet possibilitou que todas as ações sejam baseadas em métricas, com cálculos reais do retorno do investimento (ROI). Algo que os modelos tradicionais como tv e rádio nunca garantiram com exatidão. Saiba mais vantagens e desvantagens do Outbound.

Funil Y

Se você trabalha na área de marketing digital certamente o funil de vendas faz parte do seu dia a dia. O funil de vendas é um representativo da jornada de compras do seu cliente.

Com as novas estratégias de marketing digital, o funil de vendas foi readaptado para o Funil em Y. Essa nova versão faz a junção das estratégias de Inbound e Outbound Marketing.

O funil Y leva em consideração a nova realidade do marketing digital, a jornada do cliente mais eficiente. O objetivo é criar pontes que do Inbound e Outbound de modo que elas sejam integradas de acordo com a maturidade do lead.

Para ter um bom funcionamento o Funil Y é necessário o alinhamento entre as equipes de marketing e vendas. O trabalho em equipe é a chave para conseguir melhores resultados, evitar as barreiras do funil e fechar mais clientes. Veja como funciona o Funil de Y etapa por etapa e conheça seus benefícios. 

 

Conclusão

A definição do posicionamento digital é o ponto de partida para a construção de uma marca forte e um negócio de sucesso. Entender o propósito do seu produto ou serviço e a percepção que o público têm dele auxilia na construção de estratégias mais eficientes e com discursos coerentes.

Como vimos, estratégias de marketing de conteúdo e personalização são o que vão fazer a diferença na hora de posicionar a sua empresa perante a concorrência. Assim, ficará mais fácil conquistar novos negócios e construir um relacionamento bom e duradouro com seus clientes.

Edge Computing e Internet das Coisas

internet das coisas

A internet das coisas nasceu da revolução tecnológica e está cada vez mais transformando a relação que temos com a tecnologia, mudando não só a forma como interagimos com o mundo mas como ele interage conosco.

O conceito da internet das coisas é capaz de mudar a forma como vivemos e trabalhamos. Vamos entender mais sobre ele neste artigo.

O que é Internet das Coisas?

A Internet das Coisas é o modo como os objetos estão conectados e se comunicando entre si e com o usuário, através de sensores inteligentes e softwares que transmitem dados para uma rede, possibilitando a troca de informações entre dois ou mais pontos.

O resultado é um mundo mais inteligente e responsivo. Por coisa, estamos falando de tudo, qualquer utensilio ou produto que possa funcionar junto de outra coisa a fim de proporcionar mais conforto, produtividade, informação e praticidade.

O uso da internet das coisas deve abranger desde ao monitoramento de saúde até o número de vagas disponíveis em um estacionamento. Com ela coisas do cotidiano se tornam mais inteligentes e ganham novas funções por meio de cruzamentos de dados.

A ideia é ajudar nas tarefas do cotidiano por meio de interconectividade dos dispositivos inteligentes.

De acordo com um dos engenheiros da Internet das Coisas, os objetos que usamos são uma extensão da nossa consciência, possibilitando inúmeras oportunidades e conexões.

O que é Edge Computing?

Edge Computing é uma tecnologia relacionada à internet das coisas, se baseando em uma rede de data centers que processam e armazenam dados. 

Na internet das coisas, o recolhimento de dados é feito por meio dos dispositivos, que reúnem o que foi coletado e depois os dados armazenados são mandados a um centro de processamento.

Com o Edge Computing, ao invés de tudo ir para a nuvem, os dados são classificados, sendo assim alguns são colocado em um local e outros são processados, diminuindo o tráfego de dados e a necessidade de enviá-los.

Esses dados são processados no extremo de uma rede e parte deles são enviados a diretórios centrais, por isso que o nome é edge computing (computação de borda).

Como esses termos estão no Marketing Digital

O marketing e as vendas podem usar o edge computing e a internet das coisas. Tanto o marketing digital quanto a automação de marketing para e-commerce, por exemplo, podem usufruir de redes com a tecnologia edge para processar pagamentos e informações de forma mais rápida do que se usasse a nuvem.

Com esses dados podem ser gerados relatórios a longo prazo já que os processos já terão sido executados na ‘borda’. Assim, edge e cloud computing trabalharão juntos melhorando a segurança e o processamento de informação.

Todas as empresas que precisam de dados processados rapidamente, com segurança e alta performance podem se beneficiar da tecnologia do edge computing, caso tenham dispositivos que usem a internet das coisas.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre a Internet das Coisas e o Edge Computing, fale com um de nossos consultores da agência que iremos tirar todas as suas dúvidas.

Escalar Healthtechs: tendências e táticas para gerar negócios

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Em meio às crises enfrentadas em todo o mundo, as healthtechs ganharam escala e a atenção dos investidores. O setor de saúde nunca esteve tão em alta como no último ano. No Brasil, as healthtechs se fortaleceram ao entregar soluções inovadoras para dores que estavam latentes no mercado e estão permitindo a transformação digital do setor.

As inovações na área da saúde estão revolucionando o mercado. Agentes mais tradicionais estão sendo obrigados a virar os olhos para a importância da tecnologia. As tendências para os próximos anos são de um cenário futurista, como robôs, dispositivos inteligentes e dados auxiliando na criação de soluções ricas e que podem salvar muitas vidas.

Engana-se quem pensa que essa é uma realidade ainda distante, já existem muitos players locais atuando nessa transformação. Em meio a um setor gigantesco cheio de oportunidades, as healthtechs têm um novo desafio: se diferenciar e ganhar escala no mercado.

Nesse cenário, o marketing digital é o melhor meio para as empresas se posicionarem com autoridade no mercado, tornar sua empresa conhecida e conquistar novos negócios.

Nesse artigo vamos abordar o crescimento do mercado das healthtechs no Brasil e conhecer as tendências para 2021. Também vamos mostrar as estratégias de marketing digital que estão em alta e que podem te ajudar na construção de uma marca forte e com presença digital. 

 

Crescimento do mercado de healthtechs

O ano de 2020 foi sem dúvidas um ano marcante para as healthtechs. A pandemia do Covid-19 e a crise econômica acabaram destacando empresas e acelerando o crescimento do setor. Ao que tudo indica as pesquisas, a atenção dos investidores continua voltada para o setor da saúde em 2021.

A inovação na área da saúde ganhou relevância e atraiu atenção dos investidores no Brasil. Segundo relatório da Distrito, somente no último ano os aportes em healthtechs foram 70% maiores do que o investido no setor em 2019, com a marca de mais de US $106 milhões.

Mais da metade das healthtechs tem menos de cinco anos de operação no país, o que mostra que é um mercado em amadurecimento e com muita oportunidade. Principalmente porque o Brasil ainda possui diversas falhas no sistema de saúde.

As healthtechs desenvolvem soluções para problemas não cobertos pelo governo e colaboram para aprimorar o nível tecnológico do setor. O cenário desmascarou falhas no sistema de saúde e fortificou o quanto a inovação é necessária.

 

Tendências do setor

Os avanços na tecnologia vêm impactando diversas áreas e proporcionou uma revolução no setor de saúde em todo o mundo. Uma tendência geral que se destacou no último ano foi uma mudança no comportamento da população em relação à sua própria saúde.

O paciente se tornará cada vez mais preocupado em tomar medidas de prevenção contra doenças e ter uma participação ativa em decisões que envolvem o seu bem-estar. As pessoas revelaram o interesse em controlar sua própria saúde.

Mais do que nunca é esperado transparência das informações, o que impacta na relação do paciente com o médico ou profissional de saúde. Isso forçou empresas e startups a se concentrarem ativamente na experiência do cliente (CX), a qual tem se tornado prioridade.

Em paralelo se fortaleceu a medicina de precisão através das pesquisas genéticas, uma tendência que reúne conhecimentos de diferentes campos científicos. O objetivo é customizar os tratamentos de acordo com o perfil genético individual, buscando tratamentos mais efetivos e com menos efeitos colaterais.

A busca por precisão e efetividade tem como aliada a análise de dados e a tecnologia. Seguindo este caminho, empresas têm buscado trabalhar com ecossistemas para buscar soluções para problemas emergentes ou pré-existentes.

A inovação tecnológica é o grande pilar desse ecossistema. As principais tendências da tecnologia aplicada no setor de saúde para os próximos anos são:

Robótica

A utilização de robôs em hospitais e clínicas já é uma realidade e tende a ficar cada vez mais comum. Os computadores ajudam na detecção de doenças e a fazer atendimento interativos para casos leves ou em busca de prevenção.

Robôs também estão sendo projetados para serem capazes de realizar tarefas repetitivas e monótonas, serem assistentes médicos e até no desenvolvimento de unidades cirúrgicas que podem realizar procedimentos que salvam vidas.

A heathtech Laura criou o robô Laura, que vem ajudando médicos e enfermeiros do Paraná a salvar vidas e a reduzir os casos de infecções graves. Através da inteligência artificial a robô Laura identifica anomalias nos processos dos pacientes. 

Ainda existe bastante ceticismo por parte de profissionais e pacientes em relação ao uso da tecnologia em alguns casos. Mas, estudos mostram que a tecnologia se tornará prevalente em 90% dos hospitais.

 

Big Data e Bockchain

Vivemos em tempos em que graças às tecnologias mobiles as pessoas geram dados o tempo todo. Nos últimos anos cresceu muito o uso de serviços ou aplicativos de saúde online, que tem gerado dados preciosos para as empresas.

O monitoramento tecnológico permite acompanhar medidores de atividade física, sinais vitais, pressão sanguínea, biossensores. Dados ricos que permitem maior previsibilidade sobre onde ou quando as intervenções são necessárias.

Os dados por si só não dizem nada se não forem convertidos em benefícios, neste caso, para as pessoas e instituições. Os dados são fonte para pesquisas e melhores tratamentos. 

Melhorias na ciência de dados e análise preditiva tornaram possível para os profissionais buscarem insights mais profundos. Podemos dizer que são os maiores ativos no campo das pesquisas em tecnologia da saúde. 

Como no mercado de tecnologia geral, garantir a segurança desses dados é fundamental. O Blockchain é considerado a criptografia mais potente existente hoje. Para o setor de saúde, será o grande trunfo contra vazamento de dados, blindando pacientes e instituições.

 

Iot

IoT é a abreviação da expressão em inglês “Internet of Things”, que descreve a rede de objetos físicos que são incorporados a sensores, software e outras tecnologias com o objetivo de conectar e trocar dados com outros dispositivos e sistemas pela internet.

Na medicina, o IoT é aplicado a partir de dispositivos vestíveis (wearables) e equipamentos médicos mais complexos que também funcionam conectados à internet. Esses dispositivos permitem coletar dados diariamente e armazená-los, possibilitando análises mais detalhadas.

Por exemplo, pode-se coletar dados de um paciente enquanto ele mantém sua rotina normalmente. O registro é feito de forma automática e são transmitidos para a clínica, que pode analisá-los na composição do indivíduo.

Recife tem se mostrado um polo em potencial. A startup Salvus  oferece excelentes soluções através de uma plataforma de IoT,  transformando a aquisição e gestão dos dados de pacientes, estrutura e logística. 

Outro nome promissor da região é a Senfio  A healthtech realiza o monitoramento de temperatura e umidade de ambientes, vacinas, câmaras frias, CPDs, estoques, geladeiras e freezers com a tecnologia IoT.

 

IA

A inteligência artificial (IA) aplicada no setor de saúde vem ultrapassando barreiras. O uso de chatbots é um exemplo disso, que tem sido usado por diversas instituições no atendimento ao paciente.

Mas, o uso da IA não ficará restrito a automação mais “simples”.  O aprendizado de máquina tem sido usado em outras vertentes, como na redução do tempo de desenvolvimento de medicamentos.

Em 2020 a IA ganhou espaço no mercado por causa da sobrecarga do trabalho de médicos e profissionais da saúde. Atualmente, já são 58 healthtechs atuando nessa categoria. Com o surgimento de novas tecnologias de ponta, esse número deve seguir aumentando ao longo deste ano.

A healthtech Hoobox Robotics é um grande case brasileiro. A primeira healthtech do mundo focada em reconhecimento facial de alta precisão para segurança e bem-estar de pessoas e redução de custos em diferentes setores.

De acordo com o relatório Healthcare 2030, da consultoria KPMG, o setor deve fazer investimentos significativos em soluções como ferramentas genéticas, calculadoras de risco, algoritmos de detecção de doenças raras, machine learning e análise preditiva, entre outras.

 

Realidade virtual e Realidade Aumentada

A realidade virtual e realidade aumentada já são usadas na medicina para tratar doenças físicas e psicológicas. Algumas aplicações das tecnologias são na recuperação de derrames e deficiências corporais, alívio da dor, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático.

O ambiente imersivo distrai o paciente da dor física e até mental, sem risco de dependências. Além disso, o treinamento médico também tem sido aperfeiçoado com o uso de realidade virtual. A realidade virtual também já tem sido usada em cirurgias. Pesquisas mostram que os investimentos dessas tecnologias na área de saúde digital devem mais do triplicar até 2026.

 

Cloud Computing

Cloud Computing é um serviço onde recursos compartilhados, softwares e informações são fornecidas apenas com conexão à internet. Nuvem é esse local na rede onde é possível acessar arquivos e serviços de forma segura, rápida e colaborativa.

Os usos das plataformas de nuvem aumentam a colaboração entre médicos e pacientes, tornando o processo de consulta mais eficiente. A principal vantagem é a integração de dados independente do ponto de origem ou armazenamento.

A healthtech Ambra Saúde  foi criada no EUA, mas atua no Brasil desde 2013 e é referência mundial em armazenamento e gerenciamento de imagens médicas em nuvem. A empresa simplifica o processo de compartilhamento de imagens médicas, conectando instituições de saúde, médicos e pacientes.

A nuvem auxilia na operação da análise de Big Data e dos algoritmos de Inteligência Artificial, impulsionando a pesquisa médica. Também democratizar o acesso a dados, fornecendo informações fáceis aos pacientes.

A tecnologia ajuda a suprir a demanda da população em ter maior controle sobre sua própria saúde, sendo uma ferramenta para a educação e o envolvimento do paciente.

  

 

Tendências do marketing digital no mercado tech

O crescimento do mercado das healthtechs reforça a necessidade das empresas se posicionarem de forma estratégica e buscarem táticas criativas para despertar o interesse do cliente. 

Pensando nisso, nós da SEJA separamos tendências do marketing digital para o mercado de tecnologia. Veja as estratégias que podem ajudar a destacar a sua healthtech:

 

Inbound Marketing

Você certamente já deve ter ouvido falar no Inbound Marketing. Se já pratica na sua empresa, a boa notícia é que essa é uma estratégia que se mantém forte para 2021!

O Inbound Marketing é uma estratégia voltada para a atração de leads a partir de conteúdos relevantes. Quando falamos de Inbound falamos na direção da comunicação: a empresa é encontrada pelo consumidor.

Por isso, o conteúdo é a base do Inbound. A metodologia que se segue é atrair, converter, fechar e encantar potenciais clientes. Tudo funciona a partir de uma boa segmentação de quem é o seu perfil de cliente que deseja atingir e criação da persona.

Em vendas complexas, comuns no mercado de tecnologia, o Inbound Marketing é uma excelente estratégia de posicionamento da marca. É um mercado Business to Business (B2B), com ticket médio alto e mais de 4 tomadores de decisão no processo de compra. Essas empresas precisam de leads qualificados e não de volume. O Inbound ajuda na geração de conhecimento da marca e autoridade digital.

Adaptar o Inbound ao modelo de negócio é fundamental para ter bons resultados. Se deseja saber mais sobre o Inbound Marketing temos aqui um artigo completo sobre a estratégia. Nesse outro artigo abordamos os motivos pelos quais o Inbound pode não ter gerado o resultado esperado na sua healthtech.

 

Outbound 2.0

O Outbound Marketing é o marketing tradicional, em que a empresa corre atrás do cliente para apresentá-lo seu produto ou serviço. É o marketing interruptivo dos anúncios de televisão, rádio, sites e mídias sociais.

A difusão da internet trouxe uma readaptação do Outbound para o seu modelo 2.0. Essa atualização tem como foco o uso dos novos meios digitais para a prospecção ativa de leads. 

O digital permite mensurar resultados, com métricas e cálculos reais do retorno do investimento. Isso garante às estratégias de Outbound 2.0 mais eficiência e resultados expressivos, o que tem despertado atenção das empresas de tecnologia. 

 

ABM

O Account-Based Marketing, em português Marketing Baseado em Contas, é a grande tendência no mercado B2B e a aposta para o segmento tech. É o marketing focado em contas pré definidas com uma comunicação altamente personalizada, ideal para processos de vendas complexas.

O ABM faz o caminho inverso do Inbound. A estratégia é fruto de um trabalho em equipe das equipes de marketing e vendas, que partem da definição de um perfil de cliente ideal e quais são as empresas/contas que se encaixam dentro desse perfil.

A partir da lista de empresas/contas que deseja atrair para o negócio cria-se uma estratégia de marketing específica para elas. Tudo baseado na produção de conteúdo personalizado para atender as dores e necessidades dos tomadores de decisão das contas.

O objetivo é gerar conexão, engajamento e negócio com os leads. Por causa da alta personalização, o ABM traz resultados impressionantes no ROI (Retorno sobre o investimento) e tem sido muito praticada no mercado corporativo.

Ficou interessado? Nesse artigo você pode conhecer mais sobre o ABM. 

 

Conteúdo focado na dor

A era digital trouxe muitas mudanças para o mercado tanto em termos de concorrência quanto no comportamento do consumidor. O consumidor digital é bombardeado com informações diariamente. Isso fez com que ficasse cada vez mais exigente e intolerante às propagandas.

O conteúdo é o segredo para vencer essa barreira! O objetivo é entreter e engajar o consumidor com conteúdo de qualidade de forma que ele crie afeição pela marca e valorize esse relacionamento. 

Mas, como criar esses conteúdos? Para despertar o interesse do consumidor os conteúdos precisam ser planejados pensando nas dores ou necessidades dele. Você deve pensar o que é problema para ele e de que forma pode ajudá-lo. 

Para isso é preciso conhecer a fundo o seus clientes, por dentro e também por fora. Fazer o mapa de empatia da sua persona pode ajudar bastante no processo. Assim será capaz de apresentar ideias de conteúdo que seus concorrentes não terão como alvo. 

O conteúdo é a parte mais importante das estratégias digitais. Por isso, ele é o que determina o sucesso das principais estratégias de marketing atuais: o ABM, o Inbound Marketing,  Outbound Marketing 2.0 e o SEO.

 

SKAGs

As campanhas Single Keyword Ad Group (SKAGs), em português Grupo de anúncio com apenas uma palavra chave, é uma estratégia de anúncio no Google Ads. 

Nessa metodologia você cria grupos de anúncios com apenas uma palavra chave e suas variações. A criação de grupos de anúncios bem restritos e específicos gera um CTR (clique por impressão) maior e menor CPC (custo por clique). Isso acontece porque os anúncios refletem exatamente o que os usuários estão buscando no Google.

Funciona da seguinte forma, imagine que você é uma healthtech que vende um software de gestão e análise de informações clínicas. A palavra chave “software de gestão clínica” é muito abrangente e tem uma procura alta. 

Com o SKAGs você pode criar grupos de anúncio pensando nos tipos específicos de público que deseja atingir “software de gestão clínica mais baratos” para o tipo de consumidor que se preocupa com o preço. Para os que prezam pela qualidade pode optar por “melhores software de gestão clínica”.

Ter o anúncio com uma palavra-chave específica para o seu objetivo aumenta significante as chances de receber um clique. Assim, aumentando o número de visitas, a taxa de conversão e diminuindo o custo geral.

 

Eventos

Os eventos corporativos são estratégias clássicas de relacionamento e geração de valor para as empresas. É a oportunidade de ouro de reunir pessoas interessantes e ter a atenção delas voltadas exclusivamente para você. Um cenário ideal para mostrar a força da sua marca e criar relacionamento no mercado.

Claramente em tempos de pandemia os eventos presenciais precisaram ser adaptados. Ainda não estamos em tempo de grandes reuniões que promovam o contato face a face que é tão importante.

Mas, diante das adversidades, vimos a tecnologia despontar com as ferramentas de videoconferência. As opções virtuais de Eventos, Meetings e Webinars cresceram muito em 2020 e se consolidaram no mercado. A tendência é que os eventos virtuais se mantenham como forte estratégia de marketing para os próximos anos.

 

Conclusão

O mercado das healthtechs no Brasil está apenas começando a se desenvolver e seu ecossistema está se organizando para abraçar todas as novidades. Não há dúvidas que as inovações na área da saúde vão continuar a crescer e gerar uma revolução ainda maior no mercado.

As healthtechs precisam se posicionar e ter uma boa estratégia de marca para se consolidar no mercado e conquistar novos negócios. Nessa jornada, definir a estratégia de marketing digital certa para o seu negócio é fundamental! 

O marketing será o seu melhor aliado para construir o reconhecimento da sua marca e se tornar uma autoridade de mercado.

Inbound Marketing não funciona para Healthtechs

healthtechs

Esse negócio de inbound marketing não funciona para healthtechs. Provavelmente você já pensou isso em algum momento, mas calma que vamos explicar o porquê não está funcionando para você e, o mais importante, como fazer funcionar. 

Então, comece tirando essa história da sua cabeça e vamos entender como fazer o inbound marketing funcionar na sua empresa healthtech!

Só atraio leads desqualificados

Primeiro vamos entender o que são esses leads desqualificados?

Leads desqualificados

Eles podem ser pessoas (ou empresas, dependendo do seu negócio) que ainda não estão no momento de compra. E sim, isso não quer dizer que eles nunca chegaram a este momento, mas que será necessário uma boa estratégia de marketing para preparar esse lead e o transformar em um lead qualificado.

Ele pode não estar no  momento de compra, ou seja, não ser qualificado, por diversos motivos, dentre eles: não conhecer bem o seu produto ou marca, não saber que precisa da sua solução, achar que o preço está elevado e muitos outros motivos, então não se desespere. 

E por que eu atraio esse tipo de lead?

Existem 3 principais motivos para isso acontecer, e provavelmente você (ou a sua empresa) se encaixem em um desses motivos, vamos a eles?

 

  • Tipo de target: quando o seu target é uma empresa muito grande ou com grande nível de experiência, é difícil que essa pessoa tomadora de decisão vá baixar um material rico, por exemplo. Isso faz com que seja um pouco mais difícil chegar até o seu target por materiais ricos, ebooks e afins.
  • Ticket Médio Alto: quando o seu ticket médio é muito alto, isso reduz bastante o número de empresas que vão adquirir essa solução. O Inbound funciona da seguinte forma, ele atinge um alto número de pessoas e dessas, apenas 1 será aquele lead qualificado. Então, quanto mais complexo, restrito e de alto valor, menor o número de leads qualificados que chegarão pelo inbound marketing.
  • Ciclo de venda: quando você tem um longo ciclo de venda ou seu target possui muitos tomadores de decisão, o inbound marketing acaba não se tornando uma boa solução já que teria que realizar diversas ações para chegar em todos esses tomadores de decisão. 

 

Se perceber, tudo está muito ligado ao seu ICP (Perfil de Cliente Ideal), nós falaremos melhor sobre a diferença entre ICP e persona no decorrer do artigo. 

É também muito comum que uma empresa invista em marketing de conteúdo, material rico, veja alguns resultados e leads, porém nunca chegam ao ponto de conversão, esse lead não evolui para uma oportunidade real de venda e fica travado no meio do funil. 

Nesse tipo de caso, o Inbound Marketing é muito mais eficaz quando usado para posicionamento digital, sem necessidade de gerar lead. Quando fazemos isso, o inbound é utilizado junto com outras estratégias e quando acontece uma conversão, é possível enviá-la direto para o setor comercial, fazendo com que o funil fique mais dinâmico.

 

Mas quais problemas os leads desqualificados podem gerar para as healthtechs?

Não só para as healthtechs, como qualquer empresa, ter leads desqualificados não é um bom negócio. 

Para que uma empresa funcione, é preciso vender, isto é vital para qualquer negócio. Os clientes, sejam eles pessoas ou empresas, são o principal ativo de uma companhia.

A mesma ideia se aplica aos leads qualificados, eles são um ativo essencial: eles podem se tornar seus clientes no futuro. 

Mas, se você só tem (ou a maioria é) leads desqualificados, você não tem clientes em potencial, o que faz com que sua empresa tenha um grande problema a ser resolvido.

 

A geração de leads desqualificados

A geração de leads é fundamental para uma estratégia de marketing digital, pois como dissemos é através deles que iremos ter uma métrica de possíveis clientes.

O fato de sua empresa estar gerando leads desqualificados pode ser por conta da sua jornada de compra necessitar de alguns ajustes, é importante também olhar para as personas criadas a fim de buscar erros que podem ter sido cometidos.

Após examinar tudo e criar novas jornadas de compra e novas personas que representem melhor o seu target, é hora de voltar a rodar a sua estratégia de marketing e analisar os resultados obtidos. Sempre comparando os resultados atuais aos antigos para saber se o problema está sendo resolvido. 

Tenha em mente que para transformar leads não qualificados em compradores é preciso de uma estratégia bem-sucedida e que nenhuma campanha é sempre infalível, o que importa é ser rápido e se adaptar assim que o erro for encontrado.

 

Inbound marketing como ferramenta de posicionamento

Como dito anteriormente, o inbound marketing têm tido cada vez menos a necessidade de gerar lead com material rico. Afinal, já entendemos que isso não vai acontecer e aquele lead não vai chegar ao fundo do funil de vendas. É por conta disso que usamos o Inbound Marketing como ferramenta de posicionamento. 

Se pararmos para pensar na estrutura da estratégia do inbound marketing, não muda quase nada. No entanto, começamos a ver os objetivos e resultados de forma diferente, com a intenção de educar o mercado e garantir que ao ser prospectada aquela empresa já tenha tido algum tipo de engajamento com a sua empresa. 

O Inbound Marketing sempre irá trabalhar com um grupo maior de pessoas e dores que o outbound e que ações de ABM (Account Based Marketing). E quando vemos ele como uma ferramenta de engajamento, conhecimento de marca, de buzz, tira-se o foco do material rico, do ebook…para esse objetivo usaremos outbound, ABM, eventos e diversas outras estratégias.

Lembrando que isso, só acontece porque o seu negócio é complexo e têm um alto ticket médio, um grande ciclo de venda ou possui como target empresas de grande escalão.

Mas como gerar demanda?

Se eu não vou usar o Inbound Marketing para gerar demanda, como eu vou fazer isso? É nesse ponto que chegamos, finalmente!

É preciso que você, primeiramente mapeie o seu ICP, ou seja, o perfil do seu cliente ideal para que assim, possa decidir qual a melhor estratégia a seguir. Vamos entender então algumas das possíveis estratégias, como as já citadas: outbound marketing e ABM.

 

ICP versus Persona 

Antes de finalizarmos o artigo explicando melhor sobre as estratégias citadas, é importante que você entenda qual é a diferença entre ICP (Perfil de Cliente Ideal) e Persona para, assim, poder montar esse perfil e ter bons resultados. 

Persona

A persona é nada mais nada menos que uma criação fictícia do cliente ideal. Geralmente, ela é criada de acordo com os dados analisados e descobertos no ICP. Ou seja, a persona vem no ICP. 

Toda persona tem características físicas, psicológicas e comportamentais, além de ser criada para ela uma história de vida com motivações e objetivos.

Ao criar uma persona devemos levantar os seguintes dados:

– Nome

– Idade

– Profissão

– Estilo de vida

– Hábitos

– Hobbies

– Comportamentos

– Preferências, etc.

 

ICP (Perfil de Cliente Ideal)

Como o nome já diz, o ICP trata-se do cliente ideal para o seu negócio. É aquele cliente que se identifica com a sua empresa, com os valores, serviços e produtos, tendo suas necessidades supridas por você. 

Ele é muito útil quando temos como objetivo evitar desperdiçar tempo e dinheiro com pessoas que podem não compreender as propostas oferecidas por sua empresa.

 

Para montar o ICP de empresas B2B deve-se levar em conta:

– Área de atuação

– Localização

– Porte

– Estrutura

– Ciclo de vendas

– Ticket médio

 

Além disso, vale dizer que cliente ideal e cliente modelo não é a mesma coisa. O ICP não é o cliente que você quer atender e sim o que se mostra engajado e possui as necessidades que você pode suprir como empresa.

Para que o seu serviço tenha uma fácil aceitação e bons resultados é muito importante saber identificar o melhor ICP, sendo uma tarefa que requer muita atenção. Sendo assim, tanto o ICP quando a persona são processos de grande valia dentro de um serviço de marketing eficaz.

 

Outbound Marketing

É uma estratégia mais focada na captação de clientes, onde a empresa vai até o consumidor por meio de uma prospecção ativa. Para entender mais a afundo sobre outbound marketing, você pode visitar este nosso outro artigo

Algumas das vantagens do Outbound Marketing são:

  • ROI mais rápido: ao começar a prospecção de cliente também se inicia o retorno do investimento, então tudo depende de você e acontece mais rápido do que o inbound marketing.
  • Mensuração: as estratégias de outbound são fáceis de serem mensuradas com relação a sazonalidade, comportamento do cliente e outras informações que ajudam na montagem da estratégia final.
  • Assertividade do contato: por meio da personalização do contato há um aumento da conversão final, já que você conhece o cliente a ponto de saber as suas dores e objetivos, sendo mais fácil realizar a conversão.

 

ABM (Account Based-Marketing)

Nada mais é do que montar toda uma estratégia de marketing focando exclusivamente em uma empresa específica. Para saber tudo sobre ABM, clique aqui e leia nosso artigo completo.

No ABM, primeiro você vai decidir quais as empresas quer como cliente e depois vai focar em criar a campanha para ela. Ele é o caminho inverso e a palavra-chave é personalização. 

Por conta disso, ele têm uma alta taxa de sucesso e apesar de trabalhoso, pode ser uma ótima opção para quem tem um target específico e com alto ticket médio. Que, caso tenha chegado até aqui, é o seu caso.


Como vimos durante este artigo, gerar leads qualificados é essencial para o seu negócio, e o inbound marketing é mais uma estratégia dentre as que serão usadas não só por healthtechs, como para toda e qualquer empresa que deseja ter clientes com aquelas características específicas.

É através dos seus leads que você tem a possibilidade de aumentar as suas vendas, captando contatos e os preparando para avançar no funil de vendas até estarem prontos para comprar com você e depois divulgarem a sua marca.

Não é que o inbound marketing não funcione para as healthtechs, é que elas estão traçando um caminho errado. Porém, nós ainda podemos ajudar a corrigir isto e fazer com que os leads qualificados cheguem até você e suas vendas aumentem de forma correta. Vamos juntos?