Business Analytics x Business Inteligence: qual a diferença?

Business Analytics x Business Inteligence

 

Neste artigo, vamos entender melhor o que é o Business Analytics, quais as diferenças comparando com o Business Inteligence. Além das principais técnicas utilizadas pelo BA. Vamos nessa:

  • O que é o Business Analytics
  • Diferença entre Business Analytics e Business Intelligence
  • Principais técnicas do Business Analytics
  • Porque escolher o Business Analytics
  • Como implantá-lo na sua empresa

 

O que é o Business Analytics?

Business Analytics ou, em português, análise de negócios é o processo de avaliar e analisar os dados que a sua empresa dispões e utiliza para tomar decisões data-driven.

Esse conceito de Business Analytics  vai muito além de olhar para os número e ver o que houve. O objetivo é fornecer informações sobre o por que das coisas acontecerem da maneira que aconteceram e sugerir etapas para a continuação.

Com essa estratégia, teríamos mais ação do que teoria. Ou seja, interpretar os dados para ter respostas e não apenas para entender o cenário. 

 

Principais características do Business Analytics:

  • Velocidade
  • Otimização e entrega de resultados práticos
  • Noções qualitativas e quantitativas
  • Exploração aprofundada do tema

 

Diferença entre Business Analytics e Business Intelligence

Os conceitos de Business Analytics e Business Intelligence são bem parecidos, porém, um é uma evolução do outro. 

O Business Analytics surgiu do BI, aprimorando e desenvolvendo as técnicas e métricas. Isso, porém, não quer dizer que o BI é ultrapassado ou desnecessário a sua empresa. O BI se faz muito mais útil para auxiliar os gestores no planejamento e na elaboração de estratégias. Já o BA é mais abrangente e envolver também, outros recursos de estatísticas.

Resumindo:

Business Intelligence: ferramenta para estruturar um sistema de métricas e análise de dados;
Business Analytics: recurso mais aprofundado que se baseia em informações para propor abordagens diferentes;

 

Principais técnicas do Business Analytics

Ao conhecer as técnicas do BA fica mais fácil de entender como que ele funciona. As técnicas referentes ao BA são divididas em duas: básica e profunda.

Inteligência básica de negócios

Envolve examinar dados históricos! E assim, ter noção de como um departamento, equipe ou colaborador obtinha resultados durante certo tempo, por exemplo. Essa é uma prática madura que a maioria das empresas já faz uso.

Análise estatística mais profunda

Realizar análises preditivas aplicando algoritmos estatísticos a dados históricos, fazendo  previsão sobre o desempenho futuro de ações, produto ou site. Nesse caso, entra também algumas outras análises avançadas, como análise de cluster. Nela é necessário agrupar clientes com base em semelhanças entre vários pontos de dados.

 

Principais ferramentas de Business Analytics

Diversas tecnologias são empregadas em uma estratégia de Business Analytics. Elas podem estar agrupadas em quatro grupos:

  1. Ferramentas de visualização de dados;
  2. Softwares de Business Intelligence;
  3. Plataformas de análise de auto-atendimento;
  4. Ferramentas de análise estatística;
  5. Plataformas de Big Data.

 

Porque escolher o Business Analytics?

As empresas estão começando a utilizar análises para gerar conhecimento. Entre os benefícios usados com este recurso estão:

  • avaliação da concorrência;
  • avaliação do histórico da empresa;
  • confiabilidade das informações;
  • agilidade nos planejamentos;
  • auxílio na elaboração de planejamentos estratégicos;
  • melhoria na organização de processos;
  • redução de erros e falhas;
  • redução de duplicação de tarefas;
  • redução de custos;
  • elaboração de estratégias de marketing digital mais personalizadas;
  • melhores perspectivas de crescimento, com base nas informações levantadas.

O uso dessa ferramenta em colaboração com o BI ou com o Big Data aumenta o nível de eficiência da análise. Portanto, todos esses recursos podem, e devem, ser implementados em conjunto no dia a dia do planejamento estratégico da sua empresa. A coleta e análise de dados são o primeiro passo para qualquer tomada de decisão, especialmente as relacionadas às grandes mudanças.

 

Como implantá-lo na sua empresa

Agora que você já sabe o que é o Business Analytics, deve estar se perguntando como adotar essa estratégia em sua empresa. Vamos verificar os principais passos para adotar o Business Analytics em sua empresa.
 
 

Levantamento das necessidades do negócio

A primeira etapa consiste na identificação do processo que a empresa gostaria de melhorar ou no problema que deseja resolver. Os dados que serão relevantes para resolver o objetivo final devem ser decididos pelas partes interessadas, bem como pelos usuários com conhecimento dos processos e pelos analistas que desenvolvem as ações relacionadas.

Análise dos dados

É preciso fazer uma limpeza e um filtro dos dados, removendo outliers e fazendo uma combinação de variáveis para criar conjuntos de dados. De primeiro momento, a ideia é encontrar padrões gerais e insights acionáveis que podem indicar caminhos mais direcionados.

Em seguida, usando métodos de análise estatística, deve-se buscar todos os fatores relacionados à variável de destino. Da mesma forma, é preciso executar uma análise de regressão para identificar previsões simples e rápidas.

Previsão de probabilidades

Como falamos antes, o Business Analytics é sobre ações. Por isso, esse é o momento de modelar os dados aplicando técnicas preditivas que incluem árvores de decisão, redes neurais e regressão logística.

Essas técnicas em conjunto vão revelar padrões e insights importantes para identificar relacionamentos e “evidências ocultas” das variáveis mais influentes. Assim, é possível comparar os valores preditivos com os reais e calcular os erros possíveis.

Busca da melhor solução

Depois de analisar todas as variáveis, é hora de aplicar os resultados para criar cenários hipotéticos. A partir de metas definidas pelos gestores, será possível determinar a melhor solução, pensando nas restrições e limitações fornecidas. A solução final deve ser aquela com o menor erro possível e metas de gerenciamentos alinhadas ao objetivo estratégico.

Tomada de decisão

Com base em todas as informações levantadas e cenários criados, os gestores conseguiram tomar decisões mais eficazes e evitar erros, pois todas as variáveis já foram testadas antes.

Nesta nova era digital, utilizar os dados para entender mais sobre o negócio e tomar decisões é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Nesse sentido, o Business Analytics é muito útil para estruturar todo o processo de avaliação e mensuração desses dados para alcançar o melhor resultado, em menor tempo e com menor custo.

 

Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD): O que é, o que muda, como se adaptar?

Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD): O que é, o que muda, como se adaptar?

Provavelmente, você deve ter escutado falar sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) por esses dias, isso porque criada em 2018, ela está entrando em vigor, começando a valer multa em maio do ano que vem. Vamos entender mais sobre a LGPD, crimes cibernéticos e as principais tendências do mercado tecnológico neste ano.

  • O que é a LGPD?
    • Como se adaptar a nova lei?
    • O que muda para minha empresa?
  • Você está sendo vigiado
  • Cibersegurança: o que é?
    • Principais dicas para proteger os dados da sua empresa
  • CiberCrime: o que é?
    • Principais crimes cibernéticos
  • Principais tendências tecnológicas em 2020

 

O que é a LGPD?

A LGPD, ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, é uma lei que possui o objetivo de proteger a liberdade e a privacidade dos consumidores. Essa lei demanda que empresas e órgãos públicos mudem a maneira que coletam, armazenam e usam os dados das pessoas.

Essa lei foi criada por conta do aumento dos casos de vazamento de dados que fez com que as empresas começassem a se preocupar mais em criar mecanismos para evitar a invasão de sua privacidade.

Vamos entender melhor como se adaptar a esta lei, e o que você precisa mudar na sua organização para ficar de acordo com as novas normas.

A LGPD foi inspirada no Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR, na sigla em inglês), criado em 2018, que trata da segurança de informação dos cidadãos europeus.

Como se adaptar a nova lei?

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) estava prevista para entrar em vigor no mês de agosto deste ano. Contudo, foi adiada para maio de 2021, após o Governo editar a Medida Provisória (MP) nº 959 que trata da operacionalização do pagamento do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda, e adiamento da Lei nº 13.709, que estipula a LGPD. Por conta disso, as instituições terão até o ano que vem para se adaptar. 

Para se adequar à LGPD, será necessário mudar a cultura no que diz respeito à gestão dos arquivos, contratação de especialistas e investimento em segurança da informação. Entre as exigências da LGPD está a criação do cargo de DPO (sigla em inglês para Data Protection Officer), um profissional que deve ficar inteiramente responsável pela segurança dos dados. Uma das atribuições desse profissional será prestar contas à ANPD com o envio de relatórios sobre os impactos da proteção dos dados. É recomendável que a empresa faça um mapeamento e documentação dos dados que já possui e classifique essas informações.  

O que muda para minha empresa?

Todas as empresas seja de pequeno, médio ou de grande porte terão que atender às exigências da LGPD. Uma das mudanças mais significativas é que a nova lei prevê o consentimento expresso dos clientes para o uso das informações, que significa que as companhias precisarão deixar claro que suas informações serão usadas. 

 A LGPD garante aos clientes o direito de responsabilizar as empresas caso seus dados sejam roubados por terceiros. Quem descumprir a lei pode ser multado em R$ 50 milhões por infração ou em até 2% do faturamento.

Vale ressaltar que as novas medidas englobam documentos em formato digital e também no papel. A fiscalização será feita pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

 

Você está sendo vigiado

Só por você está aqui, lendo este artigo, quer dizer que já deixou algum rastro do seu perfil  para diversos provedores. As empresas são capazes de identificar você e rastrear os seus hábitos a fim de descobrir suas preferências e desejos.

Esses dados captados são vendidos a empresas que tem seu perfil como perfil ideal para que seja direcionado a você conteúdo, publicidade e produtos, o tal do remarketing.

Se você chegou até aqui e está lendo esse texto, significa que já deixou rastros da sua navegação e do seu perfil para, no mínimo, 20 provedores de dados. Essas empresas identificam você, e estão monitorando seus passos para aprender mais sobre suas preferências e hábitos, e armazenam tudo isso, independente se está usando um computador, tablet ou smartphone.

Antes, as empresas rastreavam e coletavam as informações e você não precisava concordar na primeira página do site.

Os sistemas de monitoramento de navegação, monitoram tudo que você faz, dados pessoais tornaram-se um importante ativo de empresas de internet, afinal a publicidade é uma das principais formas de monetização do negócio delas, quanto mais qualificada for a audiência, maior a chance de conversão.

 

Cibersegurança: o que é?

A cibersegurança é um conjunto de medidas tecnológicas que protegem os computadores, as redes, os programas e os dados de qualquer invasão suspeita e/ou indevida, evitando possíveis prejuízos para as pessoas físicas e jurídicas.

Muitos confundem a cibersegurança com a segurança da informação. Apesar de muitos falarem que esses conceitos são sinônimos, isso é um equívoco.

A segurança da informação se preocupa em proteger todos os ativos da empresa. Envolve a proteção de informações gerenciadas por pessoas, segurança física e outros. 

Já a cibersegurança se preocupa com a proteção de software, hardware, rede, serviços e outros. Ela se limita a segurança de dados digitais por meio de métodos, processos e técnicas para o tratamento automático.

Isso quer dizer que a cibersegurança faz parte da segurança da informação, mas que têm o objetivo de proteger os arquivos de informação digital e não tudo que envolver uma organização. Já que os processos estão cada vez mais tecnológicos esse setor está crescendo cada vez mais e se tornando fundamental.

Principais dicas para proteger os dados da sua empresa

Vamos conferir as principais dicas para proteger os dados da sua empresa, confira abaixo: 

Mantenha softwares atualizados

Sistemas desatualizados comprometem a segurança e causa danos aos dados da sua empresa. Garanta que as atualizações sejam feitas e previna qualquer problema futuro.

Utilize assinaturas digitais

As assinaturas digitais possibilita que a empresa assine documentos digitalmente com validade jurídica. Dessa forma, a organização cumpre as exigências legais e aumenta o nível de confiança para os clientes.

Faça backups regulares

É importante realizar backups regularmente. Os backups são a melhor alternativa para recuperar informações que tenham sido apagadas do banco de dados. Muitas empresas definem uma política de backup que acaba sendo uma ótima solução.

Invista em serviços especializados em cibersegurança

Investir em serviços especializados de cibersegurança é uma maneira de não correr riscos. Quando se utiliza os serviços de empresas especialistas em segurança, é possível garantir que sua empresa estará protegida pelo que há de mais atual no mercado. Ter o suporte de profissionais capacitados é importante para momentos de necessidade.

 

Entendendo o que é o Cibercrime

Os cibercrimes são os crimes cibernéticos que envolvem qualquer atividade ou prática ilícita na rede. Dentre essas práticas pode-se envolver invasões de sistemas, disseminação de vírus, roubo de dados pessoais, falsidade ideológica, acesso a informações confidenciais e etc. 

Em cibercrime também entende-se os crimes convencionais realizados por dispositivos eletrônicos ou seja, que uma ação digital foi instrumento para a prática do crime.

A prática do cibercrime, infelizmente, é comum. De acordo com dados da Norton, empresa especializada em segurança digital, cerca de 60% dos internautas já foram vítimas de algum tipo de cibercrime.

 

Principais crimes cibernéticos

  • Pornografia Infantil: a internet e seus dispositivos de acesso são usados para criar e distribuir materiais com conteúdo pornográfico de crianças e menores de idade.
  • Lavagem de dinheiro: os criminosos realizam transferências de dinheiro de maneira ilegal com o objetivo de esconder a sua fonte e também o seu destino.
  • Ciberterrorismo: consiste em ações premeditadas com motivações políticas cometidas, geralmente, contra governos, partidos e instituições governamentais. Também podem ser cometido amplamente contra civis.
  • Ciberativismo: crime praticado contra organizações que defendem determinadas causas. Esse cibercrime envolve roubo de informações e manipulações nos materiais que são divulgados ao público e à imprensa.
  • Roubo: envolve a utilização de computadores ou outros dispositivos para desviar fundos ilegalmente, roubar dados de outros indivíduos, empresas ou instituições, para realizar espionagem, roubo de identidade, fraude, plágio e pirataria.

 

Principais tendências tecnológicas em 2020

A ascensão de novas tecnologias e o conceito de transformação digital está muito presente em nosso dia a dia. Vamos conferir as principais tendências tecnológicas para este ano.

Hiperautomação: Ou seja, uma automação mais geral e interligada, este tipo de automação equivale a uma maior autonomia dos softwares e hardwares.

Multiexperiência: Aqui o foco são nossos sentidos e como eles estão cada vez mais conectados, levando o usuário a uma experiência única.

Edge computing mais empoderada: os dispositivos que contam com ‘edge computing’ não necessitam colocar seus dados na nuvem, pois são armazenados no próprio hardware que estará capacitado com recursos cada vez mais sofisticados e especializados em armazenamento de dados.

Coisas autônomas: haverá um maior uso e desenvolvimento de tecnologias como drones, robôs fazendo parte do processo produtivo e recreativo das pessoas.

Inteligência artificial e segurança: com a hiperconectividade, a integração de dados também ganha espaço. Cada vez os usuários estão mais expostos à possíveis problemas em relação aos seus dados. Por conta disso, é normal que tenha um investimento maior na área da inteligência artificial e segurança de dados.

Nuvem distribuída: dessa forma os serviços passam da nuvem pública para diversos locais. Com isso o provedor público tem a obrigação de operar, governar e atualizar os serviços. Essa nuvem permitirá acesso em diferentes localidades com servidores conectados a uma única rede de serviços.

Maior transparência: as pessoas estão ficando mais atentas ao uso de suas informações na internet, e para provar isso temos o posicionamento que diversos líderes de Estado têm tomado quanto ao tema de segurança de informação e proteção de dados pessoais. A própria LGPD regulariza o uso de dados por empresas e entrará em vigor no próximo ano.

Um blockchain mais prático: apesar de não muito usado, o blockchain possui um grande potencial de geração de receita nas organizações. Com ele, elementos como fluxo de caixa, redução do tempo de liquidação e troca de valor entre ecossistemas de negócios são otimizados.

Podemos ver que os dados estarão cada vez mais protegidos e, agora, protegidos por lei. Cada vez os dados de uma organização e do usuário se torna mais importante para que tudo funcione e o modo como usamos eles são muito importantes e podem gerar um grande impacto. 

Enquanto a lei não entra ainda em total vigor, adapte sua organização e proteja os seus dados da melhor forma possível.

 

Outbound Marketing: O que é e quais suas vantagens e desvantagens

outbound marketing

Muito se fala da diferença do Inbound e Outbound Marketing, sobre como o Funil em Y que trabalha os dois tipos de marketing ao mesmo tempo é vantajoso, mas o que de fato é o Outbound Marketing? Quais são as vantagens e desvantagens de usá-lo hoje em dia? Vamos descobrir isso e muito mais neste artigo.

 

O que é o Outbound Marketing?

O Outbound Marketing é uma estratégia do marketing focada na captação de clientes. Seu objetivo é ir atrás do possível consumidor, possível cliente, mostrando o seu serviço, produto ou posicionamento. 

O Outbound Marketing é conhecido por realizar uma prospecção ativa, enquanto o Inbound Marketing tem um papel mais passivo. Isso quer dizer que enquanto no inbound marketing são criadas estratégias para que o público venha até a sua empresa a procura do seu produto, no outbound marketing é identificado o perfil de cliente ideal e a empresa (equipe de vendas) aborda-o afim de fechar a venda.

 

Outbound Marketing 2.0

Com a chegada da internet o Outbound Marketing teve se que adaptar ao online. Agora toda ação é baseada em dados estatísticos, com cálculos reais de ROI. Mecanismos de busca, como o Google, e as redes sociais acabaram facilitando a definição do perfil de cliente ideal possibilitando, assim, a criação de ações exclusivas.

Ele continua sendo o marketing de interrupção, porém agora é mais focado em gerar resultados e venda. A análise de dados também permitiram que seja prevista a sazonalidade de compra e comportamento do cliente e, até mesmo, qual o melhor argumento para que aquele cliente compre o seu produto ou serviço. 

funil de vendas

 

Vantagens e Desvantagens do Outbound Marketing

Vamos a algumas vantagens e desvantagens de se usar o Outbound Marketing.

 

Vantagens do Outbound

ROI mais rápido

A partir do momento que a sua empresa decide começar a prospectar clientes ela já inicia a ter um retorno sobre o investimento, ao contrário do inbound marketing que precisa de médio a longo prazo para começar a mostrar retorno.

Facilmente mensurável

A análise de dados é muito importante para realizar uma estratégia de marketing. Informações como sazonalidade de compra, comportamento do cliente e outras informações ajudam a direcionar as estratégias.

Velocidade para validar premissas

Caso você queira fazer uma amostragem para validar sua persona, é fácil e rápido comparado ao inbound marketing. Se têm uma lista com mil leads em 1 mês, já é o suficiente.

Assertividade do contato

A personalização do contato em vendas aumenta a conversão final. Estando ciente das dores e objetivos do cliente, é bem mais fácil fechar uma venda.

 

Desvantagens do Outbound

CAC elevado

O processo de outbound, no geral, conta com um time de vendedores altamente capacitado de vendedores o que acaba gerando um custo alto. 

Links patrocinados, por exemplo, são um investimento quase que permanente já que quando para de pagar, eles param de gerar resultados. 

O valor investido em produção de conteúdo ainda continua gerando resultado por algum tempo, mas quando se fala em Ads, o retorno é somente no período de pagamento. 

Visto isso, o Custo por Aquisição de Cliente (CAC) acaba sendo um pouco alto.

Rejeição

A internet facilitou a forma de chegar aos clientes, e isso gerou um bombardeio de ligações, propagandas, e-mails e etc. 

Quem entende mais acaba recorrendo a bloqueadores de propaganda, filtros em e-mails e até rejeição de chamadas. 

O nível de rejeição aumentou muito fazendo com que seja necessária a assertividade e estudo dessa persona e público ideal para que isso não ocorra com tanta frequência.

Você usa o outbound na sua empresa? A melhor forma de usá-lo é com o Funil em Y, usado aqui na Agência SEJA, entre em contato e fale com nossos consultores. 

Integração entre marketing e vendas – Funil em Y

funil em y

O funil de vendas é muito importante e está presente no cotidiano de quem trabalha com marketing digital, é com ele que irá ser controlado o aumento de vendas e o fluxo de leads. 

Apesar de não ser um conceito muito novo, são poucas as empresas que utilizam o Funil de Vendas em Y em suas estratégias.

Vamos entender melhor nesse artigo sobre:

  • O que é Funil de Vendas em Y
    • Inbound Marketing
    • Outbound Marketing
  • Como que ele funciona
    • Alinhamento entre Marketing e Vendas – SLA
    • Benefícios de adotar esse tipo de estratégia
  • Porquê usar essa técnica em seu negócio
    • Funil de vendas em Y na prática

 

O que é o Funil de Vendas em Y?

O funil de vendas padrão identifica e representa a jornada de compra de seu cliente, ou seja, cada etapa do funil de vendas irá mostrar o quão maduro aquele lead está em relação a sua empresa/produto e a equipe de vendas se baseia nesse funil para identificar as ações seguintes.

Isso funcionava muito bem quando tínhamos apenas a expertise do outbound marketing, mas com o surgimento do inbound marketing, os processos ficaram um pouco mais complexos de serem administrados.

Com o surgimento desta nova estratégia do marketing, nasce o funil de vendas em Y, onde iremos adaptar o funil de vendas padrão ao outbound e inbound, de forma que, a jornada do cliente se torna mais eficiente.

O Funil de Vendas em Y ajuda também na parte de treinamento de novos colaboradores, facilita no gerenciamento e otimização. O seu nome veio inspirado em seu formato que lembra a letra Y, já que a segmentação do funil passa pelo inbound e outbound ‘ao mesmo tempo’.

 

Inbound Marketing e Outbound Marketing.

Já falamos um pouco sobre Inbound e Outbound Marketing aqui em nosso blog, mas vamos fazer um resumo das principais práticas de cada uma dessas estratégias.

 

Inbound Marketing

Atração

Tudo se inicia com o objetivo de atrair possíveis novos clientes por meio de estratégias de conteúdo. Para isso é necessário fazer o mapeamento da persona a fim de entender seus hábitos, necessidades e também os melhores canais para divulgação e comunicação com ela.

Nesse ponto, é comum se investir em blogs, redes sociais e links patrocinados. O SEO (Search Engine Optimization) se torna grande aliado nesse momento otimizando os texto de forma que eles sejam achados mais rapidamente em mecanismos de busca como google.

Conversão

Já com esse possível cliente atraído pelo seu conteúdo e serviço, vamos para a parte da conversão. Aqui usamos as landing pages e formulários para conseguir informações sobre esse possível cliente em troca de um conteúdo de interesse como e-books, infográficos e newsletter.

Nutrição

Para finalizar, temos a etapa de nutrição que é muito importante. É nela que o lead começa a aceitar essa relação de troca, onde sua empresa oferece um conteúdo relevante em troca de informações). Aqui ele ainda não está pronto para a efetivação da compra. Após passar pela etapa de nutrição, é necessário continuar alimentando-o para gerar interesse na marca e educar esse possível cliente quanto ao nicho, mercado e vantagens.

Essa nutrição pode ser feita de forma automatizada por meio de e-mail marketing, redes sociais e até dos SMS, dependendo do seu nicho de atuação.

 

Outbound Marketing

Prospecção

A ideia é prospectar clientes/empresas de forma ativa, um exemplo de estratégia Outbound é o famoso “cold mail” Essa prospecção vem por um contato direto por meio de conversas e reuniões.

Com um perfil bem definido, a estratégia será muito mais assertiva. Por isso que o ICP (Ideal Customer Profile) é tão importante nesse ponto.

Conexão

É nesse ponto que começam as tentativas de conexão os com leads que foram captados na fase anterior. Aqui entra o e-mail marketing, ligações. E o mais importante é deixar as portas abertas para o caso daquele não ser o momento do lead converter.

Qualificação

Essa é a última etapa do outbound marketing, e uma das mais importantes. É preciso separar os leads que estão qualificados para fechar negócio daqueles que ainda não estão. 

É necessário entender quais são as necessidades, dores e objeções desses leads para trabalhar elas a longo prazo.

 

 

Como que o Funil de Vendas em Y funciona

Agora que já foi relembradas as funções do outbound e inbound marketing, podemos entender melhor como o funil de venda em Y, de fato, funciona.

Acontece que, enquanto o inbound têm como objetivo principal atrair, converter e nutrir. O outbound irá prospectar, conectar e qualificar

Vão-se criando pontes entre o outbound e o inbound para que as etapas sejam integradas de acordo com a maturidade dos leads.

Existem 3 principais fontes que unem os dois times (marketing e vendas) para gerar leads e aumentar a receita da sua empresa. Vamos conferir quais são elas:

Converter e Conectar:

Se um uma pessoa (considerada cliente ideal) converter por meio de um material rico e não engajar com novos produtos, está na hora de transferi-la para o outbound marketing, onde a equipe de vendas vai entrar em contato por meio de e-mails, por exemplo.

Conectar e Nutrir:

Se o outbound não funcionar, seja por conta do orçamento, por falta de conhecimento do lead, ou por falta de conexão com a marca é hora de voltar com ele para o inbound e nutrí-lo com informações que ajudar a seguir pelo funil.

Nutrir e Qualificar:

Agora que o lead já está totalmente nutrido seria a hora de solicitar o orçamento, mas ele não vez isso. Então, vamos de outbound. É aqui que os profissionais de venda vão ligar para esse lead confirmar o interesse dele no produto, qualificando-o. 

Todo esse processo irá ajudar a fechar mais clientes, visto que aproveitando ao máximo todos os leads que entram no funil.estaremos desviando das barreiras do funil de vendas comum.

 

 

Alinhamento da equipe de marketing e vendas

Toda empresa que tem a intenção de utilizar o funil de vendas em Y precisa ter alinhada a equipe de vendas e de marketing. Não adianta ter 10 pessoas na equipe de marketing e 2 na equipe de vendas e vice-versa pois não gerará uma harmonia e alinhamento.

SLA – Service Level Agreement

O Service Level Agreement (ou Acordo de Nível de Serviço) é um documento que irá juntar a equipe de marketing e vendas. É uma forma de mantê-las em sintonia.

É importante analisar o funil como um todo e não focar apenas nas vendas. Quando chegarmos na quantidade de leads do funil que podem ser convertidos em compradores é preciso incluir em informação no SLA para que todos possam ter acesso.

Faça esse documento de forma que todas as informações necessárias a equipe de vendas e marketing estejam disponíveis para que não haja nenhum tipo de desalinhamento durante o processo.

 

 

Benefícios de adotar esse tipo de estratégia

Se você ainda não está convencido que o Funil de vendas em Y é uma estratégia extremamente promissora e poderosa, vamos te contar alguns do benefícios de usá-la.

  1. Melhor aproveitamento da base

O maior dos benefícios em adotar o Funil em Y é o gerenciamento mais prático, podendo acompanhar toda a jornada do lead e entender quais conteúdos são de valor para eles.

  1. Integração entre os processos:

Acredito que já explicamos bastante essa parte. Mas, quando trabalhamos com um funil de vendas em Y, fica mais simples de mensurar os resultados do marketing e vendas. 

  1. Automação:

Com o uso de automações, os processos ficam mais eficientes. Sendo assim, quando o lead entra na jornada, todo processo irá guiá-lo para onde queremos.

  1. Aumento do desempenho da equipe

Maior precisão do time de representante de vendas (SDR), sabendo o momento certo para entrar em contato com o lead. 

  1. Fácil mudança de rota

Já que é um funil de vendas ‘maleável’ é mais fácil de fazer os ajustes necessários para ter sucesso.

 

 

Funil de vendas em Y na prática

Quando se identifica a maturidade do lead, é possível começar a usar as pontes de fluxo entre o inbound e outbound.  É essa maturidade que levará esse lead de um lado para o outro dentro do funil de vendas.

É importante mapear a jornada do lead desde o começo. A chave do negócio é ser estratégico, analítico e organizado para que assim consiga obter os melhores resultados.

Precisa de ajuda para implementar o Funil em Y na sua operação? Vem falar com a Seja

O que é geração de demanda B2B

geração de demanda B2B

Muito se fala sobre a geração de demanda, mas você sabe realmente o que é isso? Geração de demanda e Geração de lead é a mesma coisa? Qual a importância de realizar a geração de demanda? 

Você confere tudo isso e um pouco mais nesse post. Continue lendo!

 

O que é geração de demanda?

A geração de demanda é a aplicação de estratégias que despertem o interesse dos consumidores na sua empresa e produtos. Aqui, o foco são leads totalmente novos que irão entrar na jornada de compra. Ou seja, o topo do funil de vendas, novas oportunidades de negócio.

A geração de demanda é, nada mais nada menos, que uma forma de gerar mais receita para o seu negócio e estabelecer um relacionamento duradouro e próximos ao cliente.

Na prática, a geração de demanda consiste na atração de qualquer lead que esteja buscando pela sua solução.

Para que isso aconteça, é importante que os setores de marketing e vendas trabalhem em conjunto, como uma força tarefa.

 

Diferença entre geração de demanda e geração de lead.

Muitos acham que geração de demanda e geração de lead é a mesma coisa. Apesar de terem diferentes significados, ambos andam de mãos dadas. Onde há geração de demanda, também se trabalha com geração de lead.

O que queremos dizer é que a geração de leads se encaixa em uma estratégia de geração de demanda podendo ajudar sua empresa a adotar métodos mais inteligentes e focados.

Sem os famosos formulários em suas landing pages, sua empresa teria grande dificuldade para capturar as informações de contato para iniciar conversa com aquele público desconhecido.

É importante se concentrar em desenvolver a conscientização e autoridade necessárias para obter leads qualificados para o seu site. Quando você é uma empresa focada no B2B, é preciso focar a estratégia de geração de demanda junto a geração de leads, para que assim, consiga os melhores resultados possíveis. 

Entenda melhor a diferença entre eles geração de lead e geração de demanda:

Atividades de geração de demanda

  • Inbound Marketing;
  • Marketing de Conteúdo, Eventos e Mídia Social;
  • Publicidade Paga;
  • Outbound Marketing
  • ABM
  • e outros.

Atividades de geração de leads

  • Ofertas de conteúdo de inbound no site da empresa e formulários de landing pages;
  • Webinars;
  • Publicidade paga e segmentada em redes sociais ou em mecanismos de pesquisa;
  • Remarketing;
  • Livestreaming de eventos.
  • e outros.

Viram a diferença? Como dito mais acima, os dois não são sinônimos porém andam quase sempre juntos.

 

Importância de realizar a geração de demanda B2B.

A geração de demanda B2B, como já falamos mais acima, levará as suas ações de marketing a uma precisão maior nas abordagens do time de vendas.

Esse é o caminho que deve ser escolhido se seu objetivo é fidelizar a sua base de clientes.

Para quem deseja os melhores recursos e resultados, a geração de demanda se torna a melhor opção por mais trabalhoso que seja.

Trabalhando em conjunto, a tendência é que Marketing e Vendas possam gerar retornos cada vez melhores para o seu negócio, além de criar uma relação mais próxima e natural com os seus clientes.

funil de vendas

 

Como otimizar a geração de demanda B2B.

Vamos a algumas dicas de como colocar em prática a geração de demanda B2B.

  1. Foque na transformação

Existem muitos produtos no mercado, então somente oferecer o seu produto não será o suficiente, é preciso fazer isso de forma atrativa, focando no seu diferencial e nos benefícios trazidos, assim os leads que estão quentes irão continuar dentro da jornada do cliente até a conversão. 

Importante! Ao se fazer uma venda B2B, o que vai importar é o quanto o seu produto (ou serviço) irá ajudar a solucionar a dor de quem está o adquirindo.

  1. Trabalhe sua estratégia de Social Selling

Quando falamos de B2B, estamos falando de duas empresas fazendo negócio, ou seja, o processo de compra é um pouco mais complicado e extenso. É de grande valia entender do assunto ao ponto de poder se colocar como autoridade no mesmo, isso também mantém o lead quente e ajuda na tal jornada de compra. 

O foco aqui é criar conteúdos que gerem valor e/ ou que as pessoas compartilham facilmente. Dessa forma, você irá se tornar, aos poucos, uma autoridade.

  1. Continue gerando valor após a conversão.

É um fato que após se tornar lead, muitas vezes o relacionamento entre o cliente e a empresa vá se tornando mais frio até se tornar algo que não agregue valor. Entenda, somente um relacionamento quente e que gera valor agregado é capaz de fazer com que o lead siga a jornada do cliente. 

Mantenha-o até que sua equipe comercial esteja preparada para entrar em contato.

  1. Mensure seus resultados em tempo real.

Use as ferramentas disponíveis ao seu favor. Aproveite a dinâmica das ferramentas como google analytics, rd station e outras para ter acesso a métricas em tempo real. Dessa forma, é possível saber muitas informações e saber como você está em relação ao seu público.

  1. Mensure resultados a longo prazo

Como foi dito, o relacionamento B2B é mais complexo. E, para captar esse lead, sua empresa terá que envolver toda a equipe de marketing, venda e análise de dados. Todo esse trabalho não pode ser em vão, então a retenção desse cliente tem que ser um objetivo a ser alcançado. Mensurar o resultado a longo prazo irá te ajudar a otimizar a geração de demanda, mantendo sua empresa em constante crescimento.

Como podemos te ajudar?

 

Conheça o Método Seja.

O método Seja+ foi criado para alinhar Marketing, Vendas e Posicionamento Digital com o objetivo de entregar mais resultados para empresas de tecnologia como a sua. A união destes três elementos que define o sucesso de uma estratégia. Conosco você terá:

  • Diagnósticos e imersão completa dentro da sua operação.
  • Definição do posicionamento digital e proposta de valor
  • Planejamento das ações e definições de KPIs do projeto. 
  • Execução das ações, campanhas e estratégias criadas.
  • Marketing + Vendas: alinhamento da equipe de marketing junto a equipe de vendas para obter os melhores resultados. 

Gostou? Entre em contato conosco pelo nosso site, clicando aqui

Como fazer seu ecommerce crescer e converter, o guia

ecommerce

Vou direto ao ponto: não adianta criar um ecommerce, encher de visitas e não converter de maneira proporcional.

Basta tirar a situação do plano digital e trazer para o plano físico: se você abre uma loja, ela enche de gente e ninguém sai com uma sacola em mãos, não tem algo de estranho?

Sim, definitivamente. Os motivos, que veremos ao longo deste artigo, podem ser muitos, e talvez você desanime em tentar encontrá-lo, mas é essencial fazê-lo.

Pois, como apontado logo no início, não adianta ter um endereço www e não conseguir converter. Mesmo com os custos baixos do online, venda é a base de um negócio.

E, sem venda, seu negócio morre. Simples assim.

O que você vai encontrar aqui neste texto: 

  • Falaremos sobre ecommerce, de maneira ampla e geral;
  • Os principais motivos de não converter;
  • Como sair do mesmo e dar uma nova cara ao seu ecommerce;
  • E as oportunidades que você pode estar perdendo.

 

Por que ter um ecommerce é uma ótima ideia?

É claro que dar uma volta no shopping ou pegar um pouco de sol enquanto passa parte do dia na rua fazendo compras pode ser revigorante e satisfatório.

Mas não há nada comparado ao prazer de ter centenas de produtos, opções de preços e facilidade de compra como temos no mundo online, graças aos ecommerces.

Além de não precisar ter gastos com estacionamento e ficar preocupado com violências urbanas, o mundo online ainda faz com que o produto seja entregue na sua casa.

A comodidade vem transformando o mundo na última década. Nem esticar a mão para pegar um táxi você precisa mais. Basta pedir um carro pelo aplicativo!

Se para o cliente é bom, para o comerciante é ainda melhor. Vender pela internet significa transformar um negócio, potencializando sua realidade, além de ser mais barato.

Uma papelaria localizada em uma capital, por exemplo, recebe novidades com muito mais frequência e por valores menores do que as papelarias do interior.

Vendendo pela internet, cujo conteúdo pode ser alcançado por qualquer pessoa em qualquer lugar, a papelaria da capital pode vender para o consumidor do interior.

O exemplo pode ser aplicado para diversos comércios, como lojas de roupas, livrarias, lojas de sapatos, eletrônicos, instrumentos musicais, bebidas alcóolicas e muito mais.

Alcançar pessoas e dar a elas a possibilidade que, talvez, de forma física ela não fosse conseguir obter, é um dos maiores diferenciais que um ecommerce pode oferecer.

É impossível não levar em conta também os custos para abrir e manter um ecommerce. Se compararmos com um comércio físico, o investimento é infinitamente menor.

Claro que tudo depende da estrutura do seu ecommerce, mas se pegarmos uma loja virtual que está abrindo e compararmos com uma loja física que está inaugurando, podemos…

  • … observar que ter um endereço .com é muito mais barato do que alugar uma loja;
  • … perceber que custos com funcionários são infinitamente menores;
  • … ficar tranquilos, pois a chance de roubos são menores;
  • … ficar seguros que é bem mais fácil conter prejuízos em uma loja virtual;
  • … ver que se comunicar com o cliente é bem mais fácil online.

 

Em suma, ter um ecommerce é uma excelente ideia, pois:

  • Aumenta as vendas;
  • Alcança pessoas fora do seu raio físico;
  • É mais cômodo;
  • Investimento menor;
  • Está sempre aberto;
  • Menor custo de manutenção;
  • É mais confortável para o cliente;
  • Tudo é mensurável.

 

Eu tenho um ecommerce e não converto como deveria. O que pode ser?

Como falamos logo no início do texto, são vários os motivos que podem fazer com que o seu ecommerce não esteja tendo o desempenho esperado.

Mas seria, no mínimo, imprudente e irresponsável da parte de qualquer agência apenas imaginar o que pode estar colaborando para essa realidade.

Claro, podemos citar alguns dos motivos mais comuns sem problemas, mas para um trabalho mais completo, o ideal é que você:

  • Faça testes de usabilidade ou comece a olhar para seu ecommerce como se fosse um cliente comum;
  • E olhe para seu Analytics ou, em bom português, para os dados que o seu ecommerce está oferecendo para você.

 

A partir desses dois pontos, você pode não só apenas ter números e fatos que revelem possíveis motivos para a baixa conversão, como também captar verdadeiros insights.

Os insights são poderosos para transformar qualquer realidade e começar a fazer diferente, entregando um serviço ou produto de alto valor para seu cliente.

Um exemplo bastante claro disso é não se ater em vender um produto, mas, sim, uma solução para o problema do seu cliente em potencial.

Procure começar a pensar nos problemas que seu negócio pode resolver ou nas experiências que seu produto pode proporcionar ao seu cliente.

Se o seu serviço é a manutenção de computadores, ao invés de vendê-lo dessa maneira, que tal focar em solucionar problemas com máquinas lentas?

Ao invés de vender homecare, que tal começar a vender a comodidade de um médico particular em casa, que poderá realizar curativos e coletas de exame? 

Na era da experiência, não investir esforços nisso é perder tempo e dinheiro, já que as oportunidades acabam escapando entre os dedos.

Procure promover uma experiência ímpar em seu negócio, começando por sua aparência (já já falaremos sobre conteúdo, o rei do ecommerce).

Formule um ecommerce que seja incrível aos olhos. Não significa usar cores berrantes ou imagens extremamente editadas, mas, sim, algo harmonioso e atraente.

Mais do que isso: é muito bom estar em um site que mostra aquilo que temos que fazer. As cores são grandes aliadas nisso, já que parecem pedir nosso clique em locais estratégicos.

Além de uma aparência interessante, é importante que você ofereça uma excelente navegabilidade. Lembre-se de tudo que estamos falando sobre experiência!

Não há nada pior do que dar voltas em um site e não encontrar o que se quer ou, ainda, ficar confuso e sem norte em uma página lotada de informações.

Neste quesito, sugiro que você tenha especial cuidado ao não criar um verdadeiro Carnaval em forma de site. Veja-o como uma obra completa, ao invés de áreas isoladas.

Como falamos logo no início deste bloco, existem os motivos mais comuns que explicam a baixa conversão de um ecommerce.

Volto a indicar, no entanto, que olhe atentamente sua própria realidade, seus dados e todos os pontos que falei até aqui – e os outros que ainda citarei.

Falando de maneira ampla, um ponto muito comum que faz com que muitas pessoas (aposto que já aconteceu com você) abandonem o carrinho é o valor do frete.

São vários os ecommerces que escolhem deixar o cálculo do frete apenas no momento do fechamento da compra, muito perto do sucesso da conversão.

Mas bem sabemos que o valor do frete pode ser surpreendentemente alto, às vezes chegando a ser quase o preço do produto. E, claro, isso afasta os compradores.

Para evitar esse problema com o frete, algumas opiniões que podem ajudar neste quesito são:

  • Disponibilizar o valor do frete antes do carrinho;
  • Mostrar diversas opções de frete (Sedex, PAC, Motoboy etc);
  • Frete compartilhado: você paga um X e o cliente um X;
  • Procure realizar convênios com os Correios ou com outras prestadoras de entrega.

Falando em frete, outro problema que faz com que o cliente acabe desmotivando da venda é o tempo de entrega.

Às vezes esse problema está ligado ao frete. Nesse caso, procure oferecer diversas opções, assim o cliente poderá escolher o melhor para ele – mesmo que seja mais caro.

Caso seu produto seja importado e não tenha para pronta-entrega, ou seja produzido artesanalmente, sempre indique essa informação o quanto antes.

Tais informações, além de promover valor ao seu produto, ainda evita a frustração do cliente, que só saberia disso no final do processo de compra.

Agora, apesar dos inúmeros recursos de segurança que a internet oferece aos seus usuários, ainda existem reclamações quanto a golpes.

Muitos consumidores foram lesados por pessoas que agem de má fé, vendendo produtos que não existem, por exemplo.

Por isso, as provas sociais (ou as avaliações) deixadas por outros consumidores são essenciais para transmitir confiança a outros compradores.

Encoraje-os a deixar uma avaliação sobre o produto comprado ou sobre a experiência que teve em sua loja. Alguns tópicos que podem ser sugeridos são:

  • Qualidade do produto;
  • Tempo de entrega;
  • Cuidado com o produto (estava bem embalado?);
  • Rapidez em resolver possíveis problemas;
  • Boa comunicação entre cliente e vendedor;
  • Pagamento feito de forma segura e tranquila.

Acredite: quando o possível comprador tem acesso às avaliações de consumidores anteriores, ele se sente muito mais confiante em realizar uma compra!

 

Saindo daquela coisa de sempre e transformando seu ecommerce

Para transformar seu ecommerce e criar uma verdadeira experiência de compra, uma boa ideia é buscar quebrar as paredes do comum.

Se todo mundo faz o ecommerce de uma maneira, não há motivos para você continuar repetindo essa fórmula. Aquilo que todo mundo faz não é novidade para ninguém.

Procure encontrar alternativas para aquilo que já é repetido. Por exemplo: ao invés de fotos mostrando as roupas que você vende, que tal criar vídeos ou gifs do(a) modelo?

Ao invés de criar um texto cheio de palavras técnicas, falando da composição do material do produto, que tal falar sobre como ele é sentido contra a pele?

Falando nisso, outra ideia pouco explorada é a composição de looks. Procure fazer uma sessão no site apenas com combinações, onde é possível comprar tudo de uma só vez.

Se você vende bijuterias ou outros acessórios, você pode criar conteúdos e imagens mostrando como ela fica boa para tais e tais situações.

Existe muita oportunidade bacana de fazer conteúdos realmente ricos e valiosos para seu cliente em seu ecommerce. Algo que nem sempre vemos por aí!

Tais conteúdos podem ser feitos através de texto, imagens, vídeos, gifs, stories, carrossel. Além das redes sociais, você pode trabalhar com o envio de emails com dicas também!

Estamos falando muito sobre roupas, mas tudo isso pode ser aplicado para outras áreas, como livros, eletrônicos, alimentação saudável e todo restante.

Basta apenas adaptar o conteúdo, procurando sempre engajar seu cliente, fazendo com que ele sempre considere aquilo que você tem a dizer. Procure ser irresistível!

Boas formas de fazer isso acontecer são:

  • Criando bons assuntos de e-mail;
  • Fazendo textos atraentes para blog e postagens em redes sociais;
  • Procurando entender a realidade do cliente e traduzindo isso em conteúdo que o ajude;
  • Sendo atencioso: se o cliente comprou um vinil dos Beatles, será que ele não se interessaria pelo vinil dos Rolling Stones?;
  • Oferecendo descontos ou promoções que sejam legais para ele.

 

Conclusão

Um ecommerce pode ser bem mais que uma simples loja virtual. Assim como a maioria dos negócios, existe sempre uma maneira de se destacar.

E a boa notícia é que, apesar de dar trabalho (não estou aqui para mentir), os resultados são realmente satisfatórios e até mesmo empolgantes.

Para fazer isso acontecer, nunca deixe de analisar, analisar e analisar. Estude seu mercado, estude seus concorrentes, estude seus dados.

Invista em conteúdo, procure sempre ser o melhor amigo que seu cliente pode ter. Esteja com ele em todos os passos, seja útil, seja divertido, seja atraente.

E, claro, coloque suas fichas na experiência oferecida. 

A experiência é aquilo que separa o lugar em que você sempre vai com família e amigos daquele lugar em que você não passa nem na calçada.

Uma boa experiência não apenas garante um cliente, como faz com que ele indique seus produtos/serviços para vários outros. Quer coisa melhor?

Aproveite e leia outros conteúdos que deixamos por aqui. E não se esqueça de compartilhar seus pensamentos e ideias conosco!

 

Por que meus conteúdos não geram leads?

meus conteúdos não geram leads?

Produzir conteúdo para qualquer segmento exige não só muito tempo com pesquisas, análises e articulações, como também pede por investimentos.

Neste sentido, você não está errada(o) em esperar que o mesmo gere algum tipo de retorno (leads, aumento do tráfego, percepção da marca, engajamento etc).

Apesar de ser uma das estratégias mais baratas que se tem notícia, ainda assim é necessário desembolsar com equipe e anúncios. Básico como o filtro solar.

Os anúncios não são obrigatórios, embora sejam recomendáveis, mas uma equipe bem estruturada é essencial. Do contrário, você simplesmente não sai do lugar.

Uma equipe de redatores, conteudistas e revisores é fundamental para que suas ideias saiam do papel para ganhar o mundo e, em consequência, conquistar clientes.

 

Por que meus conteúdos não geram leads?

Mas é possível que, mesmo assim, você não esteja conseguindo o número de leads suficiente para que o conteúdo tenha sua própria luz.

Aliás, se for mais além e analisar seu Google Analytics, verá que dentro de uma infinidade de blog posts, apenas dois ou três realmente geram conversões diretas e nem são os mais visitados.

Se você tem técnica e produtores de conteúdo, é impossível não se perguntar: o quê, afinal, pode estar acontecendo?

Este texto está longe de entregar um passo a passo, mas, se estivesse, o primeiro step seria o mais evidente: sempre se perguntar o que está ocorrendo.

Dizem que o primeiro passo para a mudança é o incômodo. Também é a partir dele que grandes artistas e criativos conseguem entregar seus melhores trabalhos.

Não é um texto de auto-ajuda tampouco, mas pegando carona no parágrafo anterior, podemos já ir para o segundo step (pena que não é um texto de passo a passo): entregar relevância.

Existem poucas frustrações tão grandes quanto ser atraído(a) por um conteúdo que não entrega absolutamente nada. Nem soluções, nem troca de ideais ou alguma fomentação. Absolutamente nada. Zero. Niente.

É como esperar por uma iguaria asiática, cheia de promessas e história, com um modo de preparo complexo e único, e ganhar uma tigela de miojo que ficou pronta em 3 minutos.

Nada contra o miojo, mas não é frustrante? Não é chato clicar em um artigo e, lá pelo segundo tópico, perceber que é apenas mais um miojo na prateleira?

Faça um exercício, olha para o seu blog e compare com o dos seus concorrentes. Provavelmente vocês compartilham pautas semelhantes, certo?

Agora olhando dentro dos artigos, você consegue identificar alguma diferença no seu conteúdo?

Por que a sua persona deveria ler o seu artigo sobre “10 passos para fazer algo” e não o do seu concorrente? Esse conteúdo agrega valor suficiente para te posicionar como referência ou justificar uma conversão?

Um outro exemplo:

Tem um escritor chamado Charles Bukowski que, antes de ser escritor e aplicar aquilo que pensava no papel, corria pelos corredores das bibliotecas atrás de alguém que falasse algo.

Ele estava em uma biblioteca abarrotada de livros, lendo inúmeros exemplares todos os meses, e tinha dificuldade de encontrar o algo, o que fosse impactante, diferente, completo.

Foi quando pegou emprestado uma das obras mais famosas de John Fante, o Pergunte ao Pó, e não quis mais deixar de ler seus livros e textos.

Leu todas as suas obras, conheceu o autor pessoalmente e quando as editoras quiseram parar de publicá-lo, tomou uma decisão que muitos não tomariam, com toda certeza.

Bukowski, já inspirado por Fante, e já famoso à época por seus próprios livros, resolveu que pararia de publicar enquanto a editora não voltasse com Fante.

O final da história é feliz: a editora continuou publicando o trabalho dos dois e continuam sendo publicados, mesmo tendo passado vários anos desde a morte de ambos.

Mas o que isso tem a ver? Ora, assim como Bukowski, muitos leitores simplesmente estão cansados do mesmo conteúdo de sempre. Eles precisam de Fantes para sobreviver.

Eles estão correndo por corredores de links querendo algo que realmente seja relevante e que realmente mude algo, que seja construtivo e que o faça exclamar: isso sim é conteúdo!

 

Como fazer conteúdos que geram leads?

Calma, não precisa surtar e desistir do conteúdo, entenda esses questionamentos como uma oportunidade.

Você só precisa mudar a forma de pensar conteúdo e definir com quem você quer falar.

A partir desta primeira mudança, é necessário articular, parar e pensar mesmo. Quais são os conteúdos que a minha persona quer realmente ler?

Se quero falar com médicos que possuam clínicas próprias, por exemplo, quais dores (lê-se problemas) eu poderia ajudar a solucionar?

Será que faz sentido me arriscar a falar sobre alguma coisa que ele aprendeu na primeira aula de Medicina ou será que vale falar sobre aquilo que ele passa no dia a dia e que a faculdade não ensinou?

De uma forma geral, você pode falar sobre empreendedorismo, sobre espaços ideais para um consultório, sobre equipamentos médicos, sobre como manter a agenda lotada.

Você pode escrever textos e mais textos falando sobre como a desistência de pacientes tem impacto direto no caixa final da consultório e como evitar que isso ocorra.

Você pode ir além e desenvolver conteúdo sobre o crescimento do profissional, indo além de cursos e seminários, e falando sobre negócios, impostos, desafios e tudo que envolve ser mais do que era antes.

 

Mas como chegar nesses conteúdos?

Geralmente o processo de construção de temas está linkado diretamente à palavra-chave. Isto é, pesquisamos palavras-chave relevantes ao nicho e desenvolvemos o conteúdo.

Sendo assim, a palavra-chave ganha papel de destaque, sendo o ponto de partida para a construção de qualquer texto.

Ou seja, seria algo mais ou menos assim:

Gerar lista de palavras-chave > selecionar as palavras com volume que tenham maior relevância para o produto ou serviço > definir os temas dos conteúdos.

Becca, mas é assim que TODO mundo faz, tu tá louca?

Nope! Segue comigo que vou explicar:

Quando utilizamos esse framework, priorizando palavra-chave e volume, estamos comunicando e criando artigos sobre temas que, sim, nos darão tráfego, mas que não necessariamente dialoga com a dor da nossa persona.

Como agregar valor, se o centro do processo não é a dor, o fator chave que vai levar esse cara a converter no meu conteúdo?

O segredo para gerar conteúdos que agregam valor para suas personas é bem simples: o centro é a dor, o problema.

Seria mais ou menos assim: validar principais dores que levam o cliente a adquirir o produto ou serviço > definir os temas dos conteúdos > encontrar as palavras-chave.

Assim, seu artigo não vai ser só mais um entre 15 que sua persona leu para sanar uma dúvida.

Mesmo que você não esteja tão bem rankeado, seu artigo vai agregar valor real, simplesmente porque ele foi pensando, desde o início do planejamento, para agregar valor.

Como é quase impossível colocar em prática a ideia de ligar para cada cliente ideal e entrevistá-lo em uma longa conversa, você pode recorrer ao:

  • Time de vendas da empresa: afinal, são eles que lidam diretamente com o público, sabem quais são as dúvidas que sempre surgem, as reclamações mais frequentes e as principais conversas que sempre acaba tendo;
  • SAC da empresa: o SAC, sempre visto com um certo terror por muitas pessoas, é uma verdadeira fonte de informação sobre o cliente. Ali estão diversas ideias que podem gerar excelentes conteúdos;
  • Fóruns ou grupos em redes sociais: quando as pessoas não perguntam para o Google, elas perguntam no Facebook ou em fóruns de assunto mais específico. Procure estar inserido em tais lugares para estar em contato com leads promissores, “ouvir” suas principais dúvidas e extrair dali possíveis conteúdos.

Outro exemplo prático: se você tem uma agência de viagens ou um site voltado para o nicho do turismo, estar inserido em fóruns ou em grupos é uma ótima ideia.

Você pode acabar percebendo, por exemplo, que muitas pessoas querem viajar, mas reclamam sobre a falta de companhia ou a falta de coragem em viajar sozinho(a).

A partir dessa constatação, você pode falar sobre N assuntos que envolvem a dor desses viajantes. Por exemplo:

  • 10 lugares para viajar sozinho sem perrengues;
  • Por que você deve largar o medo e viajar sozinho?;
  • Falta de companhia para viajar não é motivo para ficar em casa;
  • 10 dicas para quem vai viajar sozinho pela primeira vez;
  • 10 ideias para quem não tem companhia para viajar.

Perceba que você pode criar diferentes estilos de conteúdo com o mesmíssimo tema, aproveitando o mesmo ao máximo e criando grande relevância para o seu site.

Embarcando nas ideias de temas que dadas logo acima, temos postagens que podem falar sobre os destinos, linkando para uma página de vendas ou consulta com o vendedor.

Temos também temas que são mais inspiracionais, que podem contar histórias de outros viajantes, e fazer acender a chama de querer viajar sozinho.

Convenhamos, entre querer e fazer é um pulo.

Temos, ainda, posts que podem ser definidos como “utilidade pública”, como é o caso dos dois últimos.

Neles é possível dar dicas de segurança, apps que podem ser verdadeiros guias durante uma viagem, além de sugerir formas de entrosamento ou passeios que não vão causar qualquer tipo de constrangimento.

 

E a posição no Google, como fica?

Você pode até dizer: mas conteúdos assim nem sempre vão trazer pessoas para meu site. Como vou otimizar meu conteúdo para ser encontrado?

Mas quem disse que eles não vão encontrá-lo em pesquisas no Google ou que você não precisará otimizar seus conteúdos de alguma forma?

Em termos de SEO, a vida continua normal. Você precisará otimizar seus artigos como sempre fez e as pessoas continuarão encontrando o seu site.

A diferença do processo está apenas em quem você está colocando no centro do universo. Se antes eram as palavras-chave, agora é a dor.

A partir da dor, é que você encontrará possíveis palavras-chave para fazer atrais seu target até seu site

Pegando o exemplo da agência de viagem, o fórum dedicado a viajantes e àqueles que querem viajar, mas não tem companhia.

Se você voltar um pouquinho a página, conseguirá perceber que existem algumas palavras-chave já bem definidas. São elas:

  • Viajar sozinho;
  • Companhia para viajar.

Com a ajuda do auto-complete do Google, já podemos perceber que são, de fato, palavras-chave relevantes:

meus conteúdos não geram leads

Quando deixamos o termo “companhia para” ainda mais específico, deixando claro que falamos do universo de viagens, a pesquisa fica ainda mais rica:

Pense em conteúdo de qualidade o tempo todo!

A GRANDE diferença, na verdade, é que você poderá se comunicar com quem realmente interessa ao seu negócio de forma totalmente relevante e diferenciada. Nada de miojo!

Portanto, se você quer conversar com o médico que está pronto para expandir seu negócio, ou com a agência de viagens que precisa de leads mais qualificados, você poderá ser a mão a salvá-lo.

Para começar a desenvolver conteúdos diferenciados, ricos e realmente informativos, tão complexos quanto a culinária asiática ou filmes europeus, você precisa:

  1. Definir com quem você quer falar: não adianta ser amplo aqui nesse ponto. É necessário que você pense e repense “com quem quero falar?”. É com o(a) diretor(a) comercial? É com o analista de marketing? É com o representante de vendas? Não ache que você está perdendo tempo em pensar nisso. Pelo contrário: você está garantindo o papo com quem realmente importa;
  2. Uma vez definido com quem você quer falar, é importante pensar no assunto que o fará não só a clicar no seu conteúdo, como também lê-lo e fazer com que ele queira continuar naquele espaço (e, consequentemente, contratar seus serviços/produtos);
  3. Não subestime seu leitor! Ou você acha que, para me comunicar com o diretor de marketing da startup Y, eu preciso escrever sobre o que é retorno sobre investimento? Faz sentido falar sobre algo que ele aprendeu no terceiro período da faculdade? Provavelmente não.

Nenhuma das duas tarefas é fácil, mas se tivesse que escolher um dos dois como a mais difícil, certamente escolheria a segunda opção.

Como exercício, sugiro algo que foge do mundo dos negócios, mas que é igualmente complexo, de qualquer forma. Vamos lá:

Imagine-se que você está em uma platéia, cara a cara com seu ídolo ou com aquela pessoa que você admira muito.

Você tem a oportunidade de fazer uma pergunta para ela e, claro, você não quer pagar mico de fazer alguma pergunta sem graça.

Você quer algo que faça ele dizer: “boa pergunta!” ou “uau, ninguém me perguntou isso antes” ou, melhor ainda, algo que faça com que o papo dure.

Se eu encontrasse com o Paul McCartney, por exemplo, não perguntaria “Paul, por que você quis tocar contrabaixo?”. Pode até ser uma história legal, mas uma pesquisa no Google te daria a resposta.

Tampouco perguntaria coisas que podem ser vistas como agressivas, como: “ei, você não acha que o John Lennon se aproveitava das pessoas (e de você também)?”

Provavelmente perguntaria algo envolvendo o crescimento musical dos Beatles, se deixar de fazer shows e ir para o estúdio ajudou o grupo a crescer profissionalmente, se a música pode ser dividida entre antes e depois da banda, se a motivação em fazer música só cresceu conforme o passar dos anos ou se é algo de fases.

Se encontrasse com a J.K. Rowling, não perguntaria qual é o personagem favorito dela; mas talvez perguntaria sobre a importância de livros infanto-juvenis para a sociedade dentro da sua perspectiva, ou se a literatura seriada tem um motivo muito mais voltado para o comercial do que narrativa em si.

Treino essas perguntas todos os dias de frente ao espelho, vai que, né? (Mentira).

Não se engane: tais conteúdos não são fáceis de serem feitos e exigem muita cuca no processo, além de um esforço a mais na pesquisa.

Mas o resultado está longe de ser um miojo, te garanto!

Para tal, procure profissionais que consigam absorver o assunto, articular o conteúdo e entregar um resultado pensado, pesquisado e de alta qualidade.

Uma dica para deixar o resultado ainda melhor, é incentivar que seus redatores realizem entrevistas com profissionais da área para entender melhor o assunto ou alguma experiência voltada para a imersão daquele universo.

Para evitar conteúdos miojos que não geram leads ou qualquer outro tipo de retorno, lembre-se sempre que o segredo está na qualidade e não na quantidade.

Ou que você pode entregar menos textos do que está acostumado, mas irá gerar mais valor do que nunca. É o que dizem: menos é mais!

Ou, ainda, você sempre pode lembrar disso:

É mais fácil fazer miojo do que fazer uma massa fresca, caseira e com molho natural, mas quem vai ser sempre lembrado como um prato inesquecível?

Precisa gerar mais leads e seus conteúdos não estão ajudando? Vem conversar conosco, só clicar aqui.

5 erros para evitar no seu planejamento de Marketing Digital

O Marketing Digital faz toda a diferença na realidade de qualquer empresa. Afinal, um planejamento de Marketing Digital bem estruturado tem o poder de tornar uma marca relevante para o consumidor, aumentando, portanto, o número das vendas.

As promessas que o Marketing Digital traz acabam causando uma animação e ansiedade muito grande entre gerentes e diretores. O que não há nada de mal!

O único problema é quando, por causa de tal animação e ansiedade, a equipe acaba fazendo o planejamento de Marketing Digital de forma não realista, o que resulta em resultados pouco animadores.

Para evitar que isso ocorra na sua empresa, montamos uma lista com 10 dos principais erros que devem ser evitados de qualquer jeito pela sua equipe ao montar seu planejamento de Marketing Digital.

Acompanhe a seguir, e observe se você não está deixando que algum desses erros aconteça:

 

Se animar com os objetivos e acabar criando muitos

O mesmo acontece em nossas vidas quando planejamos um novo ano ou uma nova fase. Quem nunca criou uma lista com mil objetivos?

O que acaba acontecendo é: a maioria são muito irrealistas e, com muita sorte, você acabará focando em uns dois e olhe lá! Isto é, mais um ano passará e você não terá feito nada.

O mesmo pode acontecer com seu planejamento de Marketing Digital, se você não tomar cuidado. Coloque os pés no chão, verifique suas reais possibilidades e mão na massa.

Lembre que um objetivo não é apenas um objetivo no horizonte do mar. Ao invés disso, coloque seus objetivos no alto de uma escada, onde cada degrau é uma meta para se chegar lá.

 

Achar que todo cliente é o cliente ideal

Entendemos que sua empresa quer vender, mas é importante saber para quem vender. Um dos erros mais comuns do planejamento de Marketing Digital é justamente deixar o alvo amplo demais.

É necessário que o gestor saiba definir bem o público-alvo no planejamento de Marketing Digital para que seu foco seja o cliente ideal. Do contrário, seu time perderá tempo e dinheiro falando com N pessoas que nada tem a ver com o seu negócio.

 

Deixar a pressa tomar conta da situação

Sabemos que queremos sempre tudo para o mais rápido possível, mas a sabedoria já nos diz que a pressa é inimiga da perfeição.

No seu planejamento de Marketing Digital não é diferente. A animação e correria de colocar os planos em prática é um dos maiores erros que se pode cometer.

Lembre-se que o planejamento de Marketing Digital vai nortear sua equipe e os caminhos da sua empresa, portanto não vale ter pressa!

Trabalhe bem todos os aspectos necessários, defina bem suas metas e objetivos, seja franco com você mesmo e transmita tal realidade para o papel.

 

Não olhar para os lados e analisar o mercado

Vale lembrar que seu negócio está inserido em um mercado que deve ser analisado ao realizar seu planejamento de Marketing Digital.

Não tem como competir em um mercado que você não tem nem ideia de como esteja, como se comporta, quais são as necessidades e como você pode ajudar e se destacar.

É como se você soubesse que tem uma festa para ir, ter ouvido falar que é a fantasia, não verificar, chegar vestido de coelho e perceber que todo mundo foi com roupas normais.

Além do impacto de ser pego totalmente de surpresa, ainda não podemos esquecer dos custos com a fantasia e os custos para chegar em uma festa onde você não se adequa.

 

Se basear em achismos

Provavelmente nenhum erro no seu planejamento de Marketing Digital é tão grave quanto basear tudo em achismos, chutes e pensamento positivo.

O motivo é simples: não é realista e ponto final.

Já falamos aqui sobre a importância das métricas nas mais diferentes esferas do seu negócio e, sim, estamos voltando ao assunto.

Os indicadores e métricas são responsáveis por definir metas realistas, mudar nortes, encontrar problemas e melhorar ações. Principalmente: não baseia toda a vida da sua empresa em achismos.

 

Identificou algum erro que sua empresa já tenha cometido? Esperamos que não! Mas caso tenha, compartilhe sua experiência conosco! Será ótimo bater um papo sobre o assunto e encontrar soluções que podem ser úteis de verdade para você!

Como calcular o custo de aquisição de clientes (CAC)

Custo de aquisição de clientes - CAC

Quando se tem um negócio, saber os custos que ele gera é fundamental, afinal todo seu controle financeiro dependerá diretamente disso. Dentre os vários custos que uma empresa pode ter, o custo de aquisição de clientes (CAC) é um deles.

Talvez você não tenha se dado conta, mas o custo de aquisição de clientes também deve ser levado em consideração, visto que você precisou investir um valor X para trazer cada novo cliente para sua empresa.

O custo de aquisição de clientes leva em conta todo o processo que vai desde atrair novos cliente até a finalização da compra realizada pelo mesmo. Para maior eficiência na realização do CAC, é necessário que seja feito um controle prévio dos custos do processo.

 

Como calcular o Custo de Aquisição de Clientes

O cálculo do custo de aquisição de clientes é uma conta bem simples: nada mais é que a soma dos investimentos feitos para conseguir novos clientes divido pela quantidade de clientes adquiridos. Isto é, podemos expressar dessa forma:

CAC=Soma dos investimento/ Número de clientes adquiridos

Um erro comum é esquecer que várias áreas da empresa podem colaborar para a aquisição de clientes. Então, como primeiro passo, realize tal identificação para posteriormente realizar o CAC.

Da mesma forma como acontece no passo anterior, é importante ter ciência das áreas que não tem qualquer relação primária com o custo de aquisição de clientes, apesar de fazer parte da sua realidade posteriormente. Tais áreas são:

  • administrativo;
  • suporte;
  • criação do produto;
  • distribuição;
  • embalagem.

Por outro lado, deve-se considerar para fazer o cálculo de custo de aquisição de clientes todos os investimentos em marketing e qualquer outra coisa que seja usado para divulgação e exposição do produto ou serviço e gerar vendas.

Vale lembrar que todos os investimentos em vendas e toda a infraestrutura usada pelos vendedores também devem ser considerados. Se você for trabalhar com panfletos ou vídeos, por exemplo, eles devem estar no cálculo. Outros exemplos são:

  • Investimento em mídia paga;
  • Eventos;
  • Viagens;
  • Treinamentos;
  • Salários da equipe;
  • Comissões de venda;
  • Materiais como panfletos, cartões e banners;
  • Assinatura de programas;
  • Compra de ferramentas de marketing, gerenciamento e outros.

 

Para quais clientes devo usar no meu cálculo?

Outra parte muito importante desse cálculo são os clientes, mas nem todos os clientes são levados em conta na hora da soma. Apenas os clientes que foram conquistados pela sua estratégia de marketing devem ser contabilizados.

Clientes que passam a conhecer seu empreendimento/marca/serviço de forma indireta, isto é, que não teve qualquer relação com a estratégia realizada, não devem ser inseridos na equação para encontrar o custo de aquisição de clientes.

 

Quando devo realizar a análise e o cálculo CAC

O custo de aquisição de clientes pode ser realizado a qualquer momento do ano e pode ter frequência que varia entre anual, semestral, trimestral, bimestral, mensal e quinzenal.

Para definir a frequência do CAC, é essencial que você faça uma análise do seu negócio, assim como o momento pelo qual ela passa e seus objetivos.

No entanto, vale salientar que, ao realizar intervalos mais curtos, os erros serão sanados mais rapidamente e, assim, melhorias poderão ser implementadas com mais velocidade.

 

Identificando se o CAC está positivo

Após fazer os cálculos de custo de aquisição de clientes, é hora de identificar se o seu CAC está dentro dos parâmetros daquilo que é considerado bom ou ruim.

Se você estava procurando uma resposta rápida, infelizmente temos que dizer que, na maioria das vezes, essa não é uma tarefa assim tão fácil.

Tudo dependerá, principalmente, de dois fatores: o tipo de negócio que você está empenhado e o ticket médio. De maneira sucinta, se o custo de aquisição de clientes é menor que o ticket médio, é um bom sinal!

Mas não é tudo! Se o seu ticket médio for R$ 50 e o custo de aquisição de clientes for R$ 45, apesar de estar abaixo, não está bom. Afinal, dificilmente você conseguirá manter todo um negócio que tenha apenas R$ 5 para cobrir despesas e ainda ter lucro.

Para melhorar o CAC, precisamos diminuir o número final, isso significa que a empresa deve gastar cada vez menos para conquistar um cliente e, em contrapartida, a lucratividade deve subir.

Com o intuito de melhorar esse valor, a empresa deve buscar ferramentas e estratégicas dentro do mercado para obter melhores resultados. É importante que os gestores saibam estabelecer metas, realize acompanhamentos e mantenha a equipe engajada.

 

Calcular quanto é o custo de aquisição de clientes, é importantíssimo para a saúde financeira da empresa, assim como ter total controle da mesma, e fazê-la render mais com menos recursos.

Se este artigo foi relevante para você e para seu negócio, não saia sem deixar um comentário para a gente! Mas se ainda tiver dúvidas ou quiser trocar uma ideia sobre sua empresa, entre em contato! Adoramos conversar e tomar café!

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    Como fazer um planejamento de Marketing digital para gerar vendas em 2019

    [vc_row][vc_column][vc_column_text]Com o novo ano que chega, novas metas e objetivos são colocadas no papel para atingirmos o sucesso de vendas, aumentando lucro e trazendo mais prosperidade para a empresa como um todo.

    Mas é importante que tais planos saiam do papel! E para que tudo isso se torne realidade, é de suma importância realizar um bom planejamento de Marketing digital para gerar vendas.

    É comum, no entanto, ver que a maioria dos planejamentos de Marketing digital não passam de ações médias e que acabam não levando a lugar algum, causando frustração no empresário.

    É necessário entender que o Marketing não é apenas um setor, mas um braço importante para que tudo na empresa funcione e faça a mesma crescer.

    Por este motivo, elaboramos um verdadeiro guia para que seu planejamento de Marketing digital gere vendas e faça seu negócio decolar neste e nos próximos anos!

    Acompanhe nossa postagem e compartilhe com gerentes, sócios e todo mundo que se interesse pelo assunto e possa fazer a empresa crescer!

     

    Antes de tudo: o que é um plano de Marketing?

    Quando você planeja algo para sua vida particular, como a compra de um carro, por exemplo, você tem que pensar como você irá conseguir isso. Não basta apenas desejar.

    Para tal, você precisará sentar e estabelecer ações para atingir seu objetivo. Para o exemplo dado acima, você precisaria economizar dinheiro, conseguir boas taxas de juros ou uma renda extra.

    E para a sua empresa é a mesma coisa. Você precisa definir, junto ao seu time, um conjunto de ações (ou o caminho) realistas para atingir o seu objetivo.

    No caso da sua empresa, é de suma importância registrar tais ações e objetivos e distribuir para todo o time, mesmo para setores que, à primeira vista, não pareçam relevantes.

    Afinal, é a partir do conjunto de ações que todos os outros mecanismos e comportamentos irão se basear para funcionar. Em outras palavras, é assim que todo mundo saberá para onde deve nadar.

     

    Alguns exemplos de objetivos e ações são:

    Objetivo: aumentar o número de leads no meu negócio

    Ações: investir 20% da verba de Marketing em mídia paga e segmentada

     

    Objetivo: aumentar a taxa de sucesso no fechamento de vendas

    Ações: investir R$ 15 mil reais em treinamento de vendas e atendimento

     

    Objetivo: diminuir a taxa de cancelamentos de contratos

    Ações: elaborar pesquisas de satisfação e aumentar ações pró-ativas

     

    Planejamento de Marketing e seu Financeiro

    No início do texto falamos sobre a compra do carro e como você deveria economizar e encontrar outras fontes de renda como meio de atingir esse objetivo, certo?

    Ligar planejamento ao financeiro é sempre um caminho óbvio, e com o Planejamento de Marketing da sua empresa não é diferente.

    Definindo verbas para seu Planejamento de Marketing

    Existe uma máxima velada que diz que para ganhar dinheiro, você precisa investir dinheiro. Mas não é por isso que você deve criar dívidas de forma insensata.

    É importante que você tenha ciência total de como está a saúde financeira da sua empresa para que decisões possam ser tomadas sem que tenha prejuízos lá na frente e perder dinheiro duas vezes.


    Lembre-se de olhar para CAC

    Por isso, saber fazer contas é essencial para que qualquer empresa vá para frente, além de ter o senso crítico de saber o que está valendo ou não a pena.

    Um exemplo clássico disso é o custo de aquisição de clientes, o famoso CAC. Existem casos de empresas que vendem, têm faturamentos generosos, mas estão sempre mal financeiramente.

    Claro que existem muitos motivos que podem levar à essa realidade, mas é um fato que poucas vezes olham para o CAC.

    Isto é, tais empresas gastam um alto valor para conquistar o cliente, mas os contratos nunca conseguem suprir o dinheiro apostado.

     

    Não deixe suas métricas de lado

    Analisar as métricas, mensurar resultados e estar sempre de olho nos gráficos e números é algo de extrema importância, mas percebemos que muitos líderes deixam passar.

    É através da análise de números e dados que você consegue perceber o que está dando certo, o que está trazendo retorno (e o que não está) e localizar o ralo por onde seu dinheiro está saindo.

     

    Estruturando seu Planejando de Marketing

    Para que seu planejamento de Marketing seja realmente eficente para sua empresa, e passe do estágio de plano para ação, você pode começar estrutura dessa forma:

    1 – Faça um estudo sobre sua empresa

    Antes de falar de metas, objetivos, investimentos e por aí vai, é importante estudar e desenhar a atual realidade da sua empresa.

    Quais são seus produtos, diferenciais, posição em relação ao mercado, fraquezas, pontos fortes, problemas, pontos positivos etc.

    O principal intuito aqui é manter seus pés no chão, conseguir enxergar o cenário como um todo, perceber onde está inserido e, claro, entender qual é o seu potencial.

    2 – Defina bem seus clientes, saiba quem eles são

    Outro fator de suma importância é entender e definir bem quem são seus clientes, onde estão, o que fazem, como se comportam etc. Sim, você tem que saber tudo sobre eles!

    Só dessa forma você saberá como falar com seu público-alvo e atingi-los da maneira correta. Da mesma forma, é interessante estudar o nicho para que as campanhas sejam bem elaboradas.

    Mais um detalhe: se você vende algum produto relacionado aos jovens que estão no ensino médio, você tem que criar campanhas para eles, mesmo que quem compre os produtos sejam os pais ou avós.

    3 – Analise os concorrentes

    Analisar a concorrência não significa ficar secando ninguém, menos ainda copiando ideias ou estratégias. Não encare dessa forma.

    A análise de concorrência, na verdade, está mais voltado para “fazer parte do papo do mercado e entrar na competição” do que qualquer outra coisa. E é essencial que você o faça.

    Busque analisar como eles se comportam, como vendem e como consquistam clientes. A partir disso, busque diferenciais, melhorias e analise seu prosicionamento  em relação aos mesmos.

    4 – É hora de definir as ações de Marketing

    Como dito e exemplificado acima, as ações de Marketing vão depender diretamente do seu objetivo. Você deve encarar este ponto como o caminho para atingir o principal.

    Um dos maiores erros neste ponto é não ser realista e acabar criando objetivos e ações que são quase impossíveis de serem atingidas com a realidade da empresa.

    Mas, se você seguiu todos os pontos até aqui à risca, é certo que você não cairá neste erro e conseguirá formar objetivos e ações que façam sentido.

    5 – Crie um cronograma

    Planejamento de Marketing nenhum funciona sozinho. Para que ele seja posto em prática, é ideal que você você crie um cronograma de ações.

    Cada ação deve ter um momento de início e a previsão de duração. Dessa mesma forma, é necessário que você vá avaliando, conforme o tempo passa, os resultados atingidos.

    Conforme os resultados, você pode ir ajustando os erros e potencializando acertos até encontrar o ponto ótimo das suas ações.

    Pontos importantes do planejamento de Marketing que todo mundo ignora

    Pense de forma global ao estruturar seu plano de Marketing. É importante que seu planejamento de Marketing para gerar vendas não seja algo isolado, feito unicamente dentro do seu escritório e por uma única pessoa.

    É necessário criar um verdadeiro estudo, que vai muito além de apenas traçar objetivos em um papel. É por esse mesmo motivo que é interessante unir a experiência de vários integrantes do seu time.

    Assim, com o conhecimento de um e de outro, vocês conseguem ter uma visão muito mais ampla e totalmente realista para fundamentar seu planejamento de Marketing.

    Não esquecer do principal: sua empresa! 

    Mas vai além: é necessário colher ou resgatar informações sobre sua empresa, seus valores, sua visão, como você quer ser visto no mercado.

    Se sua empresa não possui nada do tipo, é importante correr atrás destas informações para ontem. Assim, você conseguirá ter uma visão mais ampla e uma identidade a ser seguida.

    Conhecer sua persona tão bem quanto você mesmo

    É essencial buscar quem é a sua persona, ou o seu cliente ideal. Desenhe-o, dê um nome, entenda quem é essa pessoa que você está procurando.

    Assim você não só sabe com quem se comunicar, mas como se comunicar e investir na comunicação com essas pessoas. Não adianta gastar dinheiro com quem não é interessante.

    Não deixar a concorrência esquecida

    Estude seus concorrentes. É básico conhecer o que eles estão fazendo, como estão fazendo, o que está em alta no mercado e o que você pode fazer ou não para competir.

    Saber o que está acontecendo no mercado e os rumos que o mesmo está tomando é essencial para que você cresça, apareça e saiba como se posicionar, caso seja questionado.

    Fazer cronogramas do seu plano de Marketing

    É importante dizer também que não basta criar um planejamento de Marketing e deixá-lo sem atenção. Você tem que acompanhá-lo e estabelecer um cronograma.

    É só através do monitoramento que você saberá como anda a execução do projeto e, assim, poderá fazer um levantamento de dados e definir sua taxa de sucesso.

    Se este guia foi interessante para você e para seu negócio, compartilhe e deixe seu comentário. Em caso de dúvidas, perguntas ou querendo trocar uma ideia, entre em contato conosco!

    Aproveite e leia os outros materiais do nosso blog. Sempre atualizamos com assuntos pertinentes para fazer seu negócio crescer!

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